Destinos Zen!!!

Oiii, gentee!!!

Às vezes tudo que queremos é paz, paz da atribulada rotina, paz do trânsito caótico da nossa cidade, paz de filas quase sem fim, paz do estresse do dia adia, a aclamada paz espiritual.

Em busca dessa “paz de espírito”, cada vez mais as pessoas estão procurando destinos onde podem aprofundar seu lado espiritual e centralizar pensamentos. Mas que destinos seriam esses?? Separamos alguns destinos para que deseja fazer seu “retiro espiritual”, e siiim, a Ásia agrega mais localidades onde esses retiros acontecem, as religiões nascentes neste continente são grandes percursoras do estudo da mente, da autorreflexão, do conhecimento interior.

Índia

Os eremitérios hindu Ashram e a cidade de Bodhgaya estão no topo da fila de procura para quem deseja se isolar do muito e se reconectar com o seu “eu espiritual”.

Ashram é um retiro espiritual localizado em várias cidades da Índia com muito contato com a natureza, onde os sábios e “gurus” ficavam para evoluir espiritualmente e aconselhar os líderes das cidades. Hoje, encontramos um espaço ainda com muito verde e espaços para ioga, meditação e paz. Os gurus continuam ali, ajudando e incentivando os que procuram o autoconhecimento. O Ashram que mais aceita estrangeiros são os da cidade de Rishikesh (Norte da índia), devido a localização geográfica, os Ashram de Rishiken estão perto das nascentes do rio Ganges, usufruindo da sua parte limpa do rio.

Bodhgaya é um destino puro de peregrinação indiana, considerado um dos mais sagrados do mundo budista, afinal foi o local onde Buda atingiu a chamada “Iluminação”, debaixo da árvore Bodhi. Integrando o Complexo do Templo Mahabodhi, faz parte dos quatro principais locais de peregrinação da vida de Guatama Buda. Em 2002 o Templo Mahabohi integrou a lista de Patrimônio Mundial da UNESCO.

Camboja

O que não falta no Camboja são templos, mas mais que isso, não faltam lugares propícios para relaxar e meditar. O famoso templo budista Angkor Wat (em volta dele há centenas de outros templos budistas e hinduístas) é muito procurado pelos adeptos do budismo para pratica de ioga, meditação e reclusão social, em busca de paz.

Nepal

Por mais contraditório que possa parecer, é na cidade de Kathmandu, com todo o trânsito caótico e bagunçado que encontramos o lugar ideal para encontrar a espiritualidade e total imersão na meditação. A escolha do retiro são vários: o templo Boudhanath (o local mais sagrado para os budistas no Nepal), Swayambhunath (templo budista conhecido como “Templo dos Macacos“), Pashupatinath (templo hindu de adoração ao Deus Xiva as margens do Rio Bagmati) e Patan e sua impressionante praça Durbar, Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO.

Japão

Em uma “simples” ilha, chamada Shikoku há nada mais e nada menos que 88 templos e muita paz. Os chamados “Caminhos dos 88 Templos de Shikoku“ é destino para peregrinos destinados a percorrer mais de mil quilômetros, algo resulta em 60 dias de viagem passando entre os templos, vilarejos, montanhas, praias e campos, tendo como recompensa revisão de valores espirituais, sociais e morais. O percurso pode ser realizado de várias formas, a pé, de bicicleta, de carro ou de trem, e creia, realiza-lo a pé é a escolha preferida. Reza a lenda que percorrer o caminho a pé é a rota para chegar mais perto da salvação e a iluminação.

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As mais belas estações de metrô

Oiii, genteee!!!

Sempre que viajamos, procuramos museus, praças, centros históricos, palácios e outros pontos turísticos famosos e conhecidos pela maioria dos moradores e visitantes.

Mas que tal incluirmos algumas estações de metrô na rota de locais para visitar?? Não?! Por ser o meio de locomoção mais usado pelos para os moradores das cidades e turistas, o preço convidativo e a boa logística sempre agrada na hora de escolher qual meio de locomoção usar. Entendemos que as estações são barulhentas (ainda mais nos horários de pico), as vezes sujas e esquecidas por seus governantes.

Estamos aqui para “desmistificar” que as estações de metrô são opções fora de cogitação na hora de passear pelo seu destino de viagem. Reunindo design diferenciado (e até mesmo assinado por designers aclamados), arquitetura peculiar, cores e texturas únicas e até mesmo peças dignas de museus a nossa seleção é de “cair o queixo” e colocar a estações de metrô na lista da sua próxima viagem!!

Estação Toledo (Nápoles, Itália)

É a estação de metrô que mais bomba nas paradas de sucesso quando o assunto é “estação de metrô + design + reação Uauuu”.

Por fazer parte do projeto “Napoli’s Art Stations”, a estação de metrô italiana ganhou novos ares graças aos arquitetos Oscar Tusquets Blanca e o designer William Kentridge que deram ao espaço tons de azul a temática água e luz.

Estação Kungstradgarden (Estocolmo, Suécia)

Tendo como inspiração e ideia central o Palácio Makalos, a estação de metrô Kungstradgarden impressiona pela riqueza de detalhes em estilo colonial diferenciado. A variedade de luzes coloridas e os toques modernos representados pelas placas de identificação fazem o contraste que impressiona e encanta todos que passam pela estação.

Estação Kaohsiung (Kaohsiung, Taiwan)

Se você gosta do efeito das luzes combinados a boa arquitetura, então o encanto é certo com a estação Kaohsiung na Ilha de Taiwan.

O impressionante Domo de Luz (Dome of light) com seus vidros coloridos, e considerada a maior instalação de vidro do mundo (30 metros de diâmetro e mais de 4mil painéis coloridos), é obra de Narcissus Quagliata e foram trazidos da Alemanha.

Estações Universidad de Chile (Santiago, Chile)

O que mais chama atenção nessa estação é a obra de Mario Toral, o mural denominado “Mural Visual de Uma Nación” que retrata a história política, religiosa, além das tragédias e glórias chilenas.

São 1200 metros quadrados de pura arte decorando a estação de metrô, e servindo de contemplação artística em pleno metrô, desde 2013 graças ao projeto “MetroArte”.

Estação Olaias (Lisboa, Portugal)

É na Linha Vermelha das estações de metrô de Lisboa que encontramos uma das mais belas estações de metrô do mundo, segundo o artigo “Impact your World” de 2012. Inaugurada em 1998 a estação Olaias tem o projeto arquitetônico assinado pelo renomado arquiteto Tomás Taveira e obras pelos artistas plásticos Pedro Cabrita Reis, Graça Pereira Coutinho, Pedro Calapez e Rui Sanchez.

O que torna a estação interessante e única são as artes apresentadas, uma delas é a escultura em chapa metálica pintada de preto e branco, batizada de “Ascensão”, localizada no átrio, ela repassa a ideia que o passageiro está fazendo uma “subida simbólica”. As paredes do metrô em revestimento de baixo-relevo com textura arenosa nos remete o “movimento da passagem humana pelo local – a individualidade de cada um”. Além da escultura em aço, tem o painel de cerâmica no centro da estação onde o relevo de tão perfeito parece que as palavras vão sair do painel. Surreal!!

Estação Drassanes (Barcelona, Espanha)

Linha 03 de Barcelona, a estação Drassanes foi construída em 1968 e na última reforma recebeu ares futuristas graças os pavimentos de resina e paredes de concreto revestidas com fibra de vidro, telhas vermelhas e um teto preto.

Construída próximo ao mar, esta estação é mais superficial e não profunda como são as estações mais tradicionais.

Estação Arts Et Métiers (Paris, França)

Nada como um bom livro para inspirar uma estação de metrô, estamos falando do livro “20 Mil Léguas Submarinas” e da estação Arts et Métiers em Paris. A estação foi criada em 1904 e reformada em 1994 em homenagem ao bicentenário do Conservatório Nacional das Artes e Ofícios – CNAM, com a temática do livro.

Revestida com placas de cobre, a estação teve assinatura do artista François Schuiten que conseguiu remeter os passageiros para dentro do submarino Náutilus, presente na história de Jules Verne. Tudo, mas tudo mesmo (até a lata de lixo) está dentro da atmosfera do livro.

Estação Comte de Flandre (Bruxelas, Bélgica)

Na capital Bruxelas, na estação de metrô das linhas 1A e 1B vemos e apreciamos arte e design surpreendentes na estação Comte de Flandre, no bairro Sint-Jans-Molenbeek.

Graças ao artista Paul Van Hoeydonck a arte está presente com figuras suspensas acima dos trilhos da estação. Temos impressão que as estátuas suspensas vão cair sobre o metro.

Estação Heidelberger Platz (Berlim, Alemanha)

É no bairro Wilmersdorf que podemos ter a chance de encontrar a obra do arquiteto Wilhelm Leitgebel, a estação de metrô alemã Heidelberger Platz que foi inaugurada em 1913 tendo ares de catedral, com teto alto e abobadado cheio de lustres e pilares de pedra.

Tamanha arquitetura e beleza fez da estação patrimônio protegido alemão. Quer mais? A estação conta com restaurante fast food e um mini supermercado que abre nos finais de semana.

Estação de metrô Arbatskaya (Moscou)

Integrando a linha Arbatsko-Pokrovskaya em Moscou, a estação de metrô Arbatskaya foi construída em 1953 para substituir a antiga estação atacada por bombas em 1941 e para ser abrigo para futuros ataques nucleares.

Desenhada por Leonid Polyakox, Valentin Pelevin e Yury Zenkevich, é a segunda estação de metrô mais longa de Moscou (com 250m) e a mais profunda com 41m. As torres baixas e quadradas com mármore vermelho e um teto alto abobadado com suportes decorativos e relevos florais e candelabros, dentro de um túnel elíptico em seção transversal é de deixar qualquer visitante encantado.

Estação de metrô Avtovo (São Petersburgo)

Responsabilidade do arquiteto Yevgenii Levinson, integra a primeira linha do Metro de Leningrado em desde 1955 e é superficial.

Chama atenção pelas colunas com vidro ornamentais (produzidos na fábrica de Lomonoso), o mármore branco, o mosaico de VA Voronetskiy e AK Sokolov. Até a grelhas de ventilação são ornamentadas.

Estação de metrô Belorusskaya (Moscou)

Ivan Taranov e Nadezhda Bykova são os responsáveis pela estação inaugurada em 1938 com decoração nacional, bem no estilo da Bielorrússia, com torres retangulares em mármore rosa de Birobidzhan no exterior e mármore preto davalu na passagem das plataformas. As lâmpadas de bronze ornamentam os nichos do pilone, no final do corredor encontramos o busto de Vladimir Lenin.

A estação sofreu modernização em 2004, substituindo o piso de ornamentos nacionais por azulejos quadrados e as paredes que antes eram de cerâmica índigo foram trocadas por mármore índigo.

Estação de metrô Elektrozavodskaya (Moscou)

Aberta em 1944 é mais “famosinha”, leva a assinatura do arquiteto Vladimir Shchuko, Vladimir Gelfreich e Igor Rozhin.

O teto é coberto com lâmpadas circulares incandescente (ao todo são 318 lâmpadas), 12 bas-relieves de mármore (neles estão retratados a luta doméstica da época), mármore salietti vermelho nas paredes da estação, mármore em pó nas balonhas retangulares e um desenho de tabuleiro de granito na plataforma principal dão um show no quesito arquitetura e design de qualidade e bom gosto.

Estação de metrô Kiyevsskaya (Moscou)

Foi através de um concurso de design realizado na Ucrânia que o escolhido foi selecionada para realizar a obra na estação Kiyevsskaya, em Moscou. As equipes vencedoras foram: El Katonin, VK Skugarev e GE Golubev que uniram seus projetos arquitetônicos. O resultado final? Pilares baixos e quadrados em mármore branco, mosaicos da AV Myzin em homenagem a unidade russo-ucraniana, arcos entre as torres com acabamento dourado. A entrada é uma reprodução da Art Nouveau do metro de Paris de Hector Guimard.

Destacamos algumas e ainda citamos a Estação de metrô Komsomolskaya, Kropotkinskaya, Mayakovskaya, Novoslobodskaya, Prospekt Mira e a Estação de metrô Taganskaya. Todas em Moscou.

Não se engane, há muitas estações de metrô que valem a pena serem visitadas além das citadas aqui. Explore o mundo e conheça além do trivial. 😉

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P.s.: As fotos foram retiradas da internet!