07 Cachoeiras da Europa

Oi, viajante!

Imagina viajar e encontrar belas cachoeiras pelo caminho?! O Brasil é rico em ofertar cachoeiras em quase todas as regiões do país.

Hoje não vamos falar das cachoeiras brasileiras (pode ficar para outra matéria) e sim das cachoeiras europeias, seguindo a matéria da Save Train.

São 04 (quatro) países, Itália, Suíça, França e Áustria. Conheça quais e onde estão essas cachoeiras e, se puder, inclua na sua próxima viagem.

Cachoeiras de Marmore (Itália)

A mais alta cachoeira artificial da Europa é a cachoeira Marmore, com 165 metros de altura.

Esta cachoeira de tirar o fôlego está localizada no coração da região da Úmbria e foi criada por antigos romanos. 

As rochas de cor branca e as cachoeiras de vários níveis são facilmente alcançáveis de trem, desde Roma Termini até Terni.

Há ótimos restaurantes perto das cachoeiras de Marmore, trazendo mais conforto para os visitantes. Tem quem prefira fazer piquenique perto da cachoeira assim tem uma experiência turística mais personalizada.

Cachoeiras geotérmicas (Itália)

A cachoeira mais conhecida e fotografada na Itália é a cachoeira geotérmica na vila de Di Saturnia. Localizadas na Toscana, as fontes termais de Saturnia são uma das mais bonitas fontes termais . Esta pequena cidade abriga as famosas fontes termais desde a época romana. Suas férias na Toscana não estarão completas sem um dia nas cachoeiras quentes de Saturnia. As nascentes são ótimas para relaxar depois de visitar as outras belas cachoeiras próximas, Mill e as cataratas de Gorello.

Cachoeiras do Reno (Suíça)

Com vista para o Castelo Worth e o Palácio Schloss Laufen, as cachoeiras do Reno são uma das mais amplas da Europa. À primeira vista, as cachoeiras do Reno parecem ser muito curtas, mas são muito largas. Você poderá descobrir essas belas cachoeiras em toda a sua glória a partir de um passeio de barco no rio.

É melhor visitar as cachoeiras do Reno no verão, depois que o gelo derrete e tudo ao redor é verde luxuriante. As cachoeiras do Reno ficam a 50 minutos de trem de Zurique.

Cataratas Staubbach (Suíça)

Com vista para uma bonita vila alpina, a cachoeira Staubbach, no vale de Lauterbrunnen, na Suíça, é magnífica. A paisagem que circunda esta cachoeira alta lembra uma pintura romântica. Na verdade, existem 72 cachoeiras no vale de Lauterbrunnen, mas, sem dúvida, a cachoeira de Staubbach é a mais cênica e romântica de todas. Na primavera, o vale ganha vida com cores maravilhosas e a temperatura confortável permite fazer caminhadas e explorar a área.

Alguns dizem que este vale suíço inspirou o romance de JRR Tolkein, Rivendell, que talvez tenha ficado na pequena vila e admirado a vista da cachoeira de um café a seus pés.

As cachoeiras de Staubbach estão próximas da cidade de Berna e você pode chegar ao vale de Lauterbrunnen em menos de 03 horas de viagem de trem de Lucerna ou em menos de 04 horas de Genebra.

Stuibenfall (Áustria)

Se você gosta de coisas extremas e procura vistas especialmente bonitas, vai adorar a cachoeira Stuibenfall no Tirol. As pontes suspensas e as torres em espiral tornam a caminhada nesta incrível cachoeira emocionante e emocionante. A cachoeira mais alta e mais alta do Tirol fica a 2,4 km, para que você possa explorá-la em uma caminhada de um dia de ida e volta. A trilha começa e termina no estacionamento da cidade de Umhausen.

Você é obrigado a conhecer muitos caminhantes e turistas ao longo do caminho, portanto, não se preocupe em se sentir sozinho ou se perder. 

Munique fica a apenas 03 horas de trem de Stuibenfall.

Cataratas de Krimml (Áustria)

Localizada no maior parque nacional da Áustria, o Parque Nacional High Tauern, a cachoeira Krimml é uma cachoeira de três camadas, atingindo 1490 m de altitude e 380 m de altura. Florestas antigas, fauna, veados e águias douradas são apenas alguns dos habitantes do parque que podem se cruzar com você no caminho para outra cachoeira incrível na Europa. Se você é um entusiasta do camping e caminhante experiente, este parque e as cachoeiras de Krimml serão uma aventura inesquecível nas montanhas austríacas.

O cenário ao redor das cachoeiras é especialmente notável na primavera, depois que a neve derrete quando as cachoeiras de Krimml estão caindo, os pássaros cantando e a magnífica fauna despertando após o longo inverno.

Você pode dirigir ou pegar um trem e ônibus até as cachoeiras de Krimml. A viagem fica a menos de 03 horas de Salzburgo.

Cachoeiras de Gavarnie (França)

Situadas em um vale verdejante, as altas cachoeiras Gavarnie, na França, têm 422 metros de altura e são muito populares entre os turistas. Com a vista dos Altos Pirineus, a cachoeira Gavarnie é romântica e perfeita para caminhantes sérios que desejam explorar e conquistar os Pirenéus franceses. A Cachoeira Gavarnie fica a apenas 40 minutos de carro da vila de Gavarnie.

As belas cachoeiras estão na fronteira entre a França e a Espanha nos espetaculares Pirineus e a apenas 4 horas de trem de Toulouse.

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P.s.: As fotos foram retiradas da internet.




Os lugares mais “Instagramáveis” no Brasil

Oi, viajantes!!

Sem dúvida, hoje o Instagram (segue a gente lá @sistersintravel 😉 é a fonte para quem deseja compartilhar a melhor foto de determinado local e ter uma “chuva de likes” como retorno positivo da postagem na rede social.

Os lugares são dos mais variados, um café charmoso, uma rua florida ou bem iluminada, uma vista de tirar o fôlego, uma escada surreal, prédios coloridos, muros com desenhos “fofos”, hotéis com decoração interessante. Enfim, são muitas as possibilidades para obter a foto “perfeita”. Pra que acha que deve sair do Brasil para alcançar a foto “instagramável” está errado, temos muitas opções em todas as regiões do país.

E, ah. O que é “Instagramável”?? De forma resumida, “instagramável” é um ambiente bem decorado ou bem harmonizado que instiga as pessoas a tirarem fotos e compartilharem nas redes sociais, o Instagram é a rede principal.

Hoje apresentamos as maravilhas da natureza brasileiras “instagramáveis”

Fervedouro Bela Vista – São Félix do Tocantins (TO)

É o dono da famosa frase “tem que ir” para quem se prepara para conhecer a região do Jalapão.

A piscina do fervedouro é uma das maiores da região (e passíveis de visitação), com 15 metros de diâmetro e toda transparente com tons de azul. Um sonho!!!

A beleza quase intocada soma com o fervedouro, oferecendo um contato 100% com a natureza.

Mesmo sendo bem preservado e quase intocado, possui estrutura boa com restaurante e área para camping pelas redondezas.

Está na cidade de São Felix do Tocantins, dentro da região do Jalapão, no estado do Tocantins.

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Praia do Patacho – Porto de Pedras (AL)

Os famosos coqueiros inclinados dão todo o charme e ar “instagramável“ da Praia do Patacho.

A praia fica na pequena cidade Porto de Pedras, uns 10 minutos de São Miguel dos Milagres, em Alagoas. Ambiente bem tranquilo, quase uma praia deserta, sem qualquer estrutura de apoio. 

A água é uma delicia quente na medida e de tons esverdeados (em certas épocas do ano o tom da água fica azul azul).

É só procurar por “Praia do Patacho” na localização do Instagram e vê várias fotos das pessoas deitadas/sentadas/pulando do coqueiro.

Mirante da Baía dos Porcos – Fernando De Noronha (PE)

Ir a Fernando de Noronha, ou simplesmente Noronha, é ter a certeza da foto mais bombástica do feed do Instagram. Além de toda ilha ser bela com lindos e “instagramáveis“ cenários, será a foto do Mirante da Baía dos Porcos com uma incrédula e magnífica vista da Baía dos Porcos e do icônico Morro Dois Irmãos que tira o fôlego e gera curtidas e comentários na rede social!!.

O próprio Morro dos Dois Irmãos é o cartão postal do arquipélago brasileiro. Uma formação rochosa que emerge do fundo do Oceano Atlântico, na Praia da Cacimba do Padre, a origem do nome vem por estarem lado a lado e possuírem praticamente mesmas formas estruturais.

Vale da Lua – Alto Paraíso de Goiás (GO)

Situado na cidade de Alto Paraíso de Goiás, no vilarejo São Jorge, bem próximo do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, há o Vale da Lua.

Mais um presente de Deus para amantes da natureza. São conjuntos de formações angulares cavadas nas pedras (que “cavou” foram as águas que passam por lá e desaguam no Rio São Miguel), túneis e caldeirões incríveis. Sim essas descrições lembram a superfície lunar. Um cenário sem igual e totalmente “instagramável”.

Beco Do Batman – São Paulo (SP)

Beco do Batman lugar mais “instagramável” em São Paulo. A história do beco é a seguinte: nos idos do anos 80 um grafite do Batman apareceu no beco, dando início a uma série de grafites ao longo dos anos e tornando o local ideal para fotos com asas, corações e mais outras artes grafitadas nos muros.

Mesmo estando em um bairro boêmio da capital paulista, em Vila Madalena, a área do beco é residencial (Rua Gonçalo Afonso) então é bom evitar fazer bagunça ao visitar essa região no período noturno, em 2017 como forma de protesto os muros foram pintados como forma de protesto.

Fora isso, aproveite o local e sua arte para muitas fotos e postagem no Instagram.

Terraço Hotel Unique – São Paulo (SP)

É no terraço do luxuoso Hotel Unique em São Paulo que temos um dos skyline mais lindos e “uau” da cidade de São Paulo.

O terraço abriga a piscina avermelhada, o restaurante/bar Skye e o lounge esplendido com vista para o Parque Ibirapuera e Avenida Paulista.

O próprio Hotel Unique é “palco“ para lindas fotos, tanto internamente quanto externamente, obra do fantástico Ruy Ohtake. A entrada para o terraço é feita por um elevador panorâmico exclusivo, sem alterar a privacidade dos hóspedes. 

O endereço desse destino “instagramável”? Avenida Brigadeiro Luis Antônio 4700, São Paulo.

Parque Lage – Rio De Janeiro (RJ)

Nada se compara com as belezas naturais do Rio de Janeiro, cidade maravilhosa. Mesmo sendo essa coluna de locais urbanos para fins “intagramáveis“, a cidade do Rio de Janeiro sabe muito bem como combinar natureza e centro urbano, prova disso é o Parque Henrique Lage, apenas Parque Lage.

Belo palacete em estilo romântico italiano tombado como Patrimônio Histórico e Cultural pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e abriga a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, criada em 1975 pelo Departamento de Cultura da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro onde acontecem vários cursos e também exposições.

A perfeita combinação “natureza e ares urbanos, torna o lugar ideal para fotos lindas e destino certo nas redes sociais.

Onde? Rua Jardim Botânico, 414, Rio de Janeiro/RJ.

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P.s.: As fotos foram retiradas da internet.




Tailândia – As secretas ilhas paradisíacas

Oii, gente!!

Nos últimos 04 (quatro) anos a Tailândia vem sendo um dos destinos mais procurados pelos turistas, seja um grupos de amigos em busca de diversão e belas praias, ou de casais em lua de mel almejando o sossego dos resorts e as mesmas praias tailandesas de tirar o fôlego.

Fato é, o litoral tailandês é muito bonito, econômico, exótico e atrativo, são centenas de ilhas para serem exploradas no Golfo da Tailândia, no Mar de Andamão. 

Há os chamados “Grupos de Ilhas”, concentração de grandes e pequenas ilhas, elas são: Phang Nga Bay com 67 (sessenta e sete) ilhas pequenas, o Parque Nacional de Ko Chang Mu com 52 (cinquenta e duas) ilhas, Parque Nacional Marinho Tarutao e suas 51 (cinquenta e uma) ilhas, e o Parque Nacional Mu Ko Ang Thong abrigando 42 (quarenta e duas) ilhas tailandesas.

São inúmeras ilhas (“Koh” em tailandês) para decidir conhecer na grande Tailândia, e por isso separamos 03 (três) ilhas diferentes e bem atrativas para tornar a viagem para esse país asiático ainda melhor!! Deixamos a famosa Koh Phi Phi de fora por ser um clássico tailandês e queremos apresentar outras belezas locais.

Phuket

A segunda maior ilha da Tailândia, Phuket fica no Sul do país. Possui o terceiro aeroporto tailandês mais movimentado, operando voos direitos da capital tailandesa, Bangkok para a ilha.

A melhor época para conhecer a cidade é entre os meses de novembro a maio, de junho a Outubro a quantidade de chuvas e monções é bem maior.

Phuket tem uma boa vida noturna, muitos bares e baladas na avenida principal. A Old Phuket Town possui casarões antigo e coloridos, vale a visita Em relação as praias, Phuket não tem grandes vantagens, apenas as praias de Surin e Naithon merecem visita.

Em busca da religiosidade, o Grande Buda é imperdível, localizado no topo de um monte, além do ar religioso, a vista para a ilha é incrível!!

A vantagem de Phuket é usar a ilha como base para as demais ilhas da Tailândia, podendo fazer muitos “bate-volta”, o que economiza em hospedagem.

Koh Samui

Templos belos e praias paradisíacas fazem de Koh Sumui um destino “tailandês raiz”, localizado no Golfo da Tailândia, próximo da costa leste de Istmo de Kra.

Melhor época é entre fevereiro e abril, clima seco, outubro e dezembro são períodos chuvosos, nos outros meses chove todos os dias, mesmo rápido, mas o suficiente para estragar o passeio.

Os templos de destaque são o Big Budha, Wat Plai Laem e Wat Laem Suwannara.

As melhores praias são: Bophut Beach (praia calma e sem ondas, a areia não é branquinha mas também não tem pedras); Lamai Beach (agitado para banho e com muitas rochas ao longo da praia); Ban Tai Beach (praia calma ideal para prática de SUP e caiaque); Chaweng Beach (com festas); Lipa Noi Beach (outra bela praia tranquila); Silver Beach e Maenam Beach.

Grandmother’s e Grandfather’s é um lugar bonito com rochas enormes e muitos bares, lojinhas e restaurantes no entorno. Fisherman’s Village Bophut é a antiga e tradicional vila de pescadores bem movimentada o tempo todo, há lojinhas, mercados, bares e restaurantes em um dos pontos mais movimentados da praia de Bophut.

Koh Lipe

Essa minúscula ilha tailandesa não fica a desejar na hora de conquistar os turistas. E o melhor, quem deseja um local “secreto” essa ilha é a pedida, está fora da rota de muitos turistas, sendo 03 (três) noites o suficiente para conhecer toda a ilha!!

A melhor época para visitar é entre novembro e maio, sendo a alta temporada entre dezembro e março, demais meses do ano chove bastante. Fique atento!!

Koh Lipe é perto de Koh Phi Phi (04 horas de viagem) e Krabi (04 horas e mais de viagem) está fora da rota de muitos turistas!!

As praias mais legais são: Patai Galah Beach, Sunrise e Sunset

Quando a noite cai, o ponto de encontro é o Walking Street, uma rua cheia de lojinhas, pubs, restaurantes e cafeterias.

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P.s.: As fotos foram retiradas da internet.




Conheça Riga, a “Cidade das Mil Caras” e da Art Nouveau

Oii, gente!!

Riga é capital da Letônia, um dos três (junto com Estônia e Lituânia) países do Norte da Europa que muitas vezes passam batido nos roteiros europeus, o que é uma pena, Riga é uma cidade linda, muito charmosa e com vários atrativos.

É conhecida por diversos apelidos “Cidade das Mil Caras“, “Paris dos Bálticos”, “Capital da Art Nouveau”, Riga apresenta ares cosmopolita, unindo natureza, modernidade e traços históricos quase que intocáveis.

Apresentamos alguns motivos para conhecer essa capital báltica.

Art Nouveau

Amantes da arquitetura vão se impressionar com a quantidade expressiva de edifícios em estilo art nouveau, tudo porque Riga teve um crescimento econômico muito rápido entre os anos 1904 e 1914, o que popularizou esse estilo na capital letã, tornando-a a cidade com maior concentração do estilo art nouveau no mundo.

Os estilo em art nouveau presentes nos prédios de Riga são: Eclética ou Decorativa; Perpendicular ou Vertical; Nacional-Romântico e, por último, Neoclássico.

Centro Histórico

O Centro Histórico de Riga é um capitulo a parte, se desenvolveu entre os século XIII e XV graças ao comércio eficiente entre a Europa Central e Oriental. O estilo predominante nas construções é o medieval, e claro, art nouveau. Mesmo tendo sido friamente bombardeada durante as guerras, Riga conseguiu reconstruir muito edifícios históricos, mantendo suas características inicias.

O esforço me manter essas construções não foram em vão, a UNESCO declarou o Centro Histórico de Riga em Patrimônio da Humanidade.

Rātslaukums (Praça da Câmara Municipal de Riga)

Depois de ter sido totalmente destruída na II Guerra Mundial, a Praça da Câmara Municipal de Riga passou por uma grande revitalização, conservando o desenho original, todos os prédios foram devidamente reconstruídos.

Até hoje, a praça é o local escolhido para guardar a árvore de Natal da cidade.

Os edifícios em volta da praça são: Riga Art Space – salão de exposições da cidade de Riga, Centro de Informações Turísticas de Riga, Riga Old Restaurant, Prefeitura de Riga, Casa dos Cabeças Negras.

No meio da praça fica a estatua de Roland (sobrinho de Carlos Magno e um líder militar franco. Roland foi símbolo da justiça no norte da Alemanha)

Endereço: Kaļķu iela 1A, Centra rajons, Rīga, LV-1050, Letônia

Svētā Pētera baznīca (Igreja de São Pedro)

É um dos edifícios mais antigos e valiosos da arquitetura monumental medieval nos Países Bálticos. A Igreja de São Pedro tem sua história contada desde 1209 (!!) como um pequeno salão com esfera tridimensional e uma torre.

Foi a partir do século XVI que a igreja foi crescendo gradativamente, conquistando status de grandeza e classe. E o que vemos hoje é reflexo das mudanças durante todos esses séculos.

Antes da II Guerra Mundial era o mais alto edifício de madeira na Europa. Durante a Segunda Guerra Mundial o telhado e a torre foram danificados em um incêndio.

Endereço: Reformācijas Laukums 1, Centra rajons, Rīga, LV-1050, Letônia

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Rīgas Doms (Catedral de Riga Dome)

É o templo religioso cultural mais importante da cidade. Dedicada a Santa Maria, a Catedral foi fundada no início do século XIII. A Catedral de Riga Dome foi a catedral central nos países bálticos até Livonia cair no Grão-Ducado da Lituânia em 1561.

Possui características românicas, góticas, barrocas e art nouveau, e é considerada a maior igreja medieval da Letônia e dos Estados Bálticos.

Atualmente é sede do Arcebispo de Riga, e local de concertos e outras movimentações culturais.

Endereço: Herdera laukums 6, Centra rajons, Rīga, LV-1050, Letônia

Riga Nativity of Christ Cathedral (Catedral de Natividade de Cristo em Riga)

Construída em estilo neo-bizantino, foi o edifício mais caro da época em Riga, tamanha a riqueza e alto valor artístico de seu interior.

A catedral ficou famosa por sua excelente coleção de ícones antigos e valiosos: três iconostase pintados pelos mais brilhantes pedagogos da Academia de Arte de São Petersburgo e o famoso pintor russo Vasily Vereshchagin, as roupas de clérigos feitas pelas melhores costureiras de São Petersburgo e estilo bizantino afrescos com ornamentação cristã ortodoxa. Luxo total!!

Apesar todo luxo e ter passado pelas duas guerras mundiais, na década de 1960, as autoridades soviéticas fecharam a catedral, serraram os crucifixos, refizeram os sinos e o converteram em um planetário, chamado Casa do Conhecimento da República. Hoje realiza cultos ortodoxos regularmente.

Endereço: Brīvības bulvāris 23, Centra rajons, Rīga, LV-1050, Letônia

Museum of the Occupation of Latvia (Museu da Ocupação da Letônia)

O museu retrata a história da Letônia entre os anos de 1940 a 1991, época das ocupações da União Soviética e da Alemanha nazista.

Na exposição, o visitante pode ver fotografias, acordos e documentos intergovernamentais que testemunham o impacto dos regimes totalitários na Letônia e na vida de seu povo. 

Endereço: Raiņa bulvāris 7, Centra rajons, Rīga, LV-1050, Letônia

Latvijas Nacionalais mākslas muzejs (Museu Nacional de Arte Letã)

Reaberto em Maio de 2016, o edifício foi reformado e modernizado, mantendo seus ricos e belos traços arquitetônicos originais.

A exposição permanente do Museu Nacional de Arte Letã é uma exposição abrangente à arte letã nos séculos XIX e XX, destacando vários períodos estilísticos e nos artistas que foram instrumentais para a época.

Endereço: Jaņa Rozentāla laukums 1, Centra rajons, Rīga, LV-1010, Letônia

Museum of the History of Riga and Navigation (Museu da História de Riga e Navegação)

É o museu público mais antigo da Letônia e um dos mais antigos da Europa, a origem remonta o ano de 1773!!!

Está localizado em um complexo arquitetônico do século XIII ao XX – que compreende em: conjunto da Catedral de Riga Dome, que abrange uma igreja, a Galeria Gótica da Cruz, museu e um antigo mosteiro.

Dentro do museu, o visitante tem a opção de aprender e compreender melhor o legado histórico único nas exposições, incluindo ornamentos, ferramentas e armas da Letônia antiga, um “navio Riga” do século XIII, pesos e medidas da época da Liga Hanseática, a espada do carrasco de Riga, a menor foto do mundo câmera MINOX, artefatos impressionantes feitos pelos ourives de Riga, uma das maravilhas antigas de Riga – “Lielais Kristaps” (Grandes Kristaps) e muito mais.

Endereço: Palasta iela 4, Centra rajons, Rīga, LV-1050, Letônia

Latvian National Opera (Ópera Nacional da Letônia)

Inaugurada em 1923, é também a casa oficial do balé da Letônia. São, em média de seis novas produções são apresentadas a cada ano, para manter o equilíbrio entre ópera e balé.

O inicio da ópera na Letônia começou no século XVIII, com os primeiros grupos de ópera itinerantes que apareceram Riga, vindo do Ducado da Courland.

Na década 90, a casa de ópera passou por uma reconstrução e restauração. Quando finalizada em 2001 um novo edifício foi adicionado complexo com 300 assentos para a realização de projetos de arte de grande variedade.

Endereço: Aspazijas bulvāris 3, Centra rajons, Rīga, LV-1050, Letônia

Rīgas pils (Castelo de Riga)

Localizado a margem direita do rio Daugava há mais de 700 anos. O Castelo de Riga foi palco para guerras e muitas quedas e ascensões de governantes. Desde 1922 é sede da residência do Presidente da Letônia.

Sua construção começou em  1330, com as constantes guerras, sua conclusão demorou anos, sendo finalizado em 1515.

Entre os anos de 1330 a 1562, o castelo serviu de residência ao mestre da ordem da Livônia. quando houve a dissolução dos estados feudais da Livônia, o Castelo de Riga foi tomado pelas instituições polonesas, suecas e russas. 

O Castelo de Riga foi planejado de forma regular e com três pequenas torres nas esquinas, em estilo típico da arquitetura do classicismo tardio.

Endereço: Pils laukums 3, Centra rajons, Rīga, LV-1050, Letônia

Trīs brāļi (Three Brothers/Três Irmãos)

É o complexo mais antigo de casas de habitação em Riga foi construído no século XV. E por que recebeu o nome “Três Irmãos”?? Segundo uma lenda, os edifícios foram construídos por homens de uma família na área suburbana de Riga. 

Atualmente as instalações abrigam o Museu de Arquitetura da Letônia e a Inspeção Estadual de Proteção do Patrimônio.

Segue na íntegra a descrição das três casas: o mais antigo do prédio dos Três Irmãos (nº 17) também foi usado para produção e comércio. Foi construído por volta de 1490 sem enfeites; os postes de pedra na porta eram a única decoração da casa. Tinha uma sala enorme que servia para trabalho, comércio e necessidades diárias; até hoje, o edifício preservou sua aparência histórica.

O “irmão” do meio, o mais esplêndido, foi construído em 1646. A inscrição acima da porta diz “Soli deo gloria!” A fachada em estilo de maneirismo holandês foi reformada de acordo com o projeto de J. C. Brotze em 1785. O design difere do primeiro edifício – tinha um amplo salão com grandes janelas acima do lobby, além de salas de estar especialmente projetadas na quadra.

O terceiro edifício (nº 21), com seus pequenos apartamentos, foi erguido na segunda metade do século XVII. Um motivo interessante de fachada – uma máscara, considerada uma proteção contra poderes do mal.

Endereço: Mazā Pils iela 17, Centra rajons, Rīga, LV-1050, Letônia

Cat House (Casa do Gato)

Um dos edifícios mais icônicos de Riga, a escultura do gato preto no topo do telhado tem todo um significado e história para a capital da Letônia.

Conta a história que um rico comerciante letão, após não ter sido aceito na Câmara de Comércio, colocou o gato (com a cauda virada para a Câmara, localizada do outro lado da rua) no topo do telhado da sua casa como forma de protesto, uma vez que o gato estava em posição de desaprovação para a negativa do nome. A posição dos gatos só foi alterada após aprovação do comerciante na Câmara e os gatos acabaram por se tornar um dos símbolos de Riga.

Endereço: Meistaru iela 10/12, Centra rajons, Rīga, LV-1050, Letônia

Melngalvju nams (Casa dos Cabeças Negras)

Dentro do Centro Histórico de Riga, encontramos o prédio mais emblemático e visitado da Letônia, a Casa das Cabeças Negras.

Originalmente, o prédio foi erguido no século XIV, para a Irmandade de Cabeças Negras (comerciantes solteiros, armadores e estrangeiros), em 1941 a construção foi duramente bombardeada pelo alemães e demolida pelos soviéticos.

A reconstrução ocorreu entre os anos de 1995 a 1999 com traços originais, graças a um copia da planta baixa da Casa.

Endereço: Rātslaukums 7, Centra rajons, Rīga, LV-1050, Letônia

Brīvības Piemineklis (Monumento da Liberdade)

O Monumento da Liberdade em verdade é um memorial em homenagem aos soldados mortos durante a Guerra da Independência de Letônia. Para a sociedade letã, o Monumento da Liberdade é mais que o símbolo da liberdade (como o próprio nome diz) é a representação da independência e soberania do país.

O monumento foi construído em 1935, possui 42 metros de altura é todo de granito, travertino e cobre. As esculturas em volta do monumento retratam a cultura e a história da Letônia

Em volta do monumento acontecem as grandes manifestações e eventos em geral.

Endereço: Central District, Riga, LV-1050, Letônia

Riga Central Market (Mercado Central de Riga)

A construção foi iniciada em 1924, e os edifícios usados ​​como os vários pavilhões, que dão ao mercado uma aparência única, foram inicialmente construídos em Vaiņode (Kurzeme) como hangares para os zepelins do exército alemão.

Uma grande inauguração para marcar não apenas a “maior, mas também a mais moderna e a melhor” recebeu o novo mercado central de Riga em 1930. A localização – o coração da cidade, muitas vezes referida como a “barriga da cidade”.

Durante a guerra, o Terceiro Reich fez uso de dois pavilhões como uma oficina de automóveis, e nas proximidades havia uma grande área onde a lenha era armazenada. Em 1949, o Mercado Central foi renomeado como Mercado Central de Kolhoz, e a imprensa soviética elogiou-o muito, chamando-o de melhor em toda a URSS.

Em todos os períodos da história da Letônia, o Mercado Central simbolizou bem-estar e prosperidade. Nunca foi deixado em falta; aqui temos a maior variedade de capturas frescas das águas da Letônia, assados, frutas e legumes, ervas e especiarias, mel, amendoim, amêndoas e muito mais. O mercado satisfaz com uma enorme variedade de utensílios domésticos, flores cortadas, vasos de plantas e artesanato caseiro.

Em 1997, a UNESCO homenageou o mercado (como parte integrante da Cidade Velha) com uma vaga na lista “Patrimônio Mundial”.

O Mercado Central tem uma aura magnífica, com seus pavilhões atraentes e uma área enorme. Os grandiosos pavilhões podem ser encarados como a estrutura que forma a forma e a ordem do mercado. Obviamente, sem a correlação fornecedor-cliente, não haveria mercado. Enquanto essa correlação existir rapidamente, o marketing permanecerá tão fácil quanto a torta, sem ventos, sem chuva ou frio.

Endereço: Rua Nēģu 7, Bairro Latgale, Riga, LV-1050, Letônia

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P.s.: As fotos são “Arquivo Pessoal” e “Divulgação”!!




Tepequém

Oi, gente!!

A Serra de Tepequém tem inúmeros atrativos e um riquíssimo artesanato em pedra-sabão. O turista conhece as modificações sofridas pela natureza devido à exploração de diamantes ao longo dos anos. Visitar a Serra do Tepequém em Amajarí, no estado de Roraima, é uma experiência ecológica inesquecível, além de proporcionar a realização de caminhadas em trilhas que se completam com lindas paisagens naturais, e próximas a sublimes Cachoeiras.

No percurso, imensos buritizais são avistados e descortinam em belas perspectivas naturais das lindas formações vegetais em combinação perfeita com a fauna existente, espécies de pássaros e macacos, formando um grande painel verde. O local é ideal para a prática do trekking (caminhada), até as cachoeiras do Paiva, Sobral, do Barata e do Funil. O visitante mais corajoso pode se aventurar numa subida ao platô, ponto culminante de toda a Serra, onde terá uma das vistas mais sublimes do vale e da cadeia montanhosa que delimita as fronteiras entre o Brasil e a Venezuela.

A serra tem uma altitude média de 1.500 metros, no município de Amajarí, é uma atração imperdível, existindo inúmeros produtos e serviços turísticos oferecidos nas vitrines de agências de viagens e turismo.

Ambientes espetaculares que aguardam por turistas com o espírito de aventura vindo de toda parte do Brasil e do mundo para apreciar as riquezas dessa sublime paisagem naturais fantásticas.

“Tepequém, quem visita jamais esquece!”

Localizado a aproximadamente 210 quilômetros da capital Boa Vista O visitante ao chegar a Vila do Paiva, uma das localidades do município de Amajarí, logo vê a placa “Tepequém, quem visita jamais esquece!” Uma mensagem singular e que traduz o fiel cenário da região. A paisagem que se vê do alto dos 1.150 metros de altitude é de uma profunda contemplação do belo. Mas, para chegar à vila do Paiva, é necessário o mínimo de preparo. O acesso é aberto durante todo o dia, feito por estrada asfaltada. Tepequém é um olhar sobre os biomas de Roraima, um olhar sobre a história humana, geológica e geográfica. Uma diversidade de orquídeas e bromélias aguarda seus sentidos.

Tepequém, as lágrimas que viraram diamantes

Conta uma antiga lenda indígena que um vulcão vivia zangado e jorrava suas chamas e lavas a longas distâncias. O fogo derramava suas chamas serra abaixo, as roças de macaxeira, banana e as palmeiras de buriti, tucumã e coco babão viravam cinza e carvão. Na maloca, o Tuxaua, preocupado com a sobrevivência de sua tribo, consultou o Pajé e se reuniram em volta da fogueira. Num gesto de renúncia, as três mais belas índias virgens da tribo se ofereceram em sacrifício e se lançaram no fogo do vulcão, que aplacou sua ira. Suas lágrimas viraram diamantes e até hoje estas lágrimas são encontras na serra do Tepequém.

Atrativos: cachoeiras

Do Barata: o apelido de um antigo garimpeiro batizou essa cachoeira. O acesso é feito por meio de degraus pela trilha que leva as corredeiras. A cachoeira não é muito alta, e a temperatura da água agrada a quem chega ali, ótima para um banho revigorante.

Do Funil: uma das mais belas da região. Para chegar até a gigantesca cachoeira do Funil, o visitante passa pelas antigas trilhas abertas por garimpeiros, é possível visualizar nas marcas nas rochas, o que os garimpeiros passaram para retirar as pedras preciosas, hoje a única riqueza que se leva deste lugar são as imagens e os sons da queda d’água. Aproveite.

Do Paiva: para chegar à caudalosa cachoeira há duas opções de trilha. A mais rápida, tem descida mais íngreme, e conta com apoios e trilhas de chão batido, com escadas para o acesso. Já a mais plana é a mais longa, com acesso um pouco mais fácil e também possui apoios para locomoção. No fim das contas, isso pouca importa, em virtude da recepção sonora que a queda d’água realiza. Prepare-se para um banho revigorante. Quando sair da água, atravesse o rio (cuidado com as pedras) e suba até o platô. Lá em cima, pode-se admirar o visual da planície até onde enxergar a linha do horizonte. Os visitantes costumam utilizar o local para meditação e fotografias

Artesanato na Serra do Tepequém

Nesse vale de preciosidades, encontramos a pedra-sabão, um mineral rosado, característico da Serra, que é a matéria-prima do artesanato produzido pela comunidade local. A qualidade das técnicas, a consciência sobre a importância da extração controlada e o trabalho coletivo são marcas da produção artesanal em pedra-sabão, que já rendeu um prêmio nacional à comunidade do Tepequém.

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P.s.: A foto é “Arquivo Pessoal”!!