Moscou – capital da Rússia e da Copa do Mundo 2018

Oiii, gente!!

A capital da Federação Russa também vai ser “capital“ da Copa do Mundo 2018, por abrigar vários acontecimentos futebolístico, o jogo de abertura, três jogos da fase de grupos, uma oitava de final, uma semifinal e a grande final.

Moscou é uma grande metrópole, seus 12 milhões de habitantes possuem perfil cosmopolita como a cidade, criada a beira do Rio Moscou, Oeste da Rússia.

A cidade chega a ser bem dividida para passear, acompanhe.

Grande parte do contexto histórico e político da cidade está dentro Kremlin (significa “fortaleza dentro de uma cidade“), dentro da grande fortaleza com vinte torres russa há cinco palácio (destacamos o palácio do Arsenal – todas as riquezas dos czares estão guardadas ali.), quatro catedrais e ainda abriga a sede do governo russo e a residência oficial do presidente.

Saindo das muralhas vermelhas do Kremlin, vamos a famosa “Red Square“ (Praça Vermelha) e sua grande atração, a fofinha (*-*) e exótica Catedral de São Basílio. A praça tem ao seu redor o Mausoléu de Lenin, o Museu Histórico do Estado, o centro de compras luxuoso GUM e o Kremlin. A praça foi construída para separar o cidade real (Kremlin) do bairro Kitay-Gorod.

P.s.: Muitos pensam que a origem do nome “Praça Vermelha“ é referência a cor das construções em volta ou até mesmo alusão ao comunismo. Nada disso, a origem é modesta, deriva da palavra russa красная (Krasnaya), que antigamente significava “Bonita“ com alteração no idioma, Krasnaya passou a significar “vermelho“. E então ficou “Praça Vermelha“ e não mais “Praça Bonita“.

Afastando um pouco da praça vermelha e do Kremlin, vamos rumo ao Teatro Bolshoi (15 minutinhos a pé da praça) e sede da Academia Estatal de Coreografia de Moscou mais conhecida como Academia de Balé Bolshoi (para os íntimos Balé Bolshoi), soberana no mundo da dança (focado no balé) e ópera. O prédio é no encantador estilo neoclássico, inclusive a fachada está impressa nota de 100 rublos russo.

Mais afastado ainda do Kremlin, temos o maior museu russo e um dos maiores do mundo dedicado a arte europeia, o Museu Estatal Pushkin de Belas Artes. O museu abriga muitas seções interessantes Arte do Antigo Egito, Arte da antiguidade Clássica, Galeria de Pinturas, Gravuras e desenhos, esculturas, Arte Decorativa e aplicadas, Coleção de Réplicas, Numismática (coleção de moedas e medalhas), Museu de Coleções Privadas e Memorial do apartamento de Sviatoslav Richter (pianista russo, com viés de pintor e admirador da arte). Ao lado do museu está a Catedral Cristo Salvador.

Enquanto o Museu Pushkin abriga a arte europeia, a Galeria Estatal Tretyakov é voltada para promover a arte russa. Valorizando os artistas locais que seguem a arte local. São mais de 130 mil artefatos russos, datados do século XI e XX. A famosa “Virgem de Vladimir“ está exposta na Galeria.

Outro ponto de interesse para apreciadores de museus é o museu ao ar livre Kolomenskoye, apresenta construções de vários estilos, o destaque fica para a Igreja da Ascensão com seu teto de madeira e estrutura de pedras e tijolos (inovação para a época), que está na lista de Patrimônio Mundial.

Para amantes de compras, a pedida é a rua Tretyakov Proyezd, um verdadeiro shopping a céu aberto com as maiores grifes do mundo. São tantaas lojas luxuosas que a pequena rua russa é conhecida como uma das “área mais caras do mundo”.

Quem procura por bons restaurantes, bares, pubs e muita badalação, a Rua Arbat é a melhor escolha, o movimento é intenso dia e noite na rua exclusiva para pedestres. Por volta da rua há o Museu-Casa de Alexandre Pushkin (famoso poeta russo).

Conhecida como a “Beleza de Moscou“, a Torre Ostankino oferece uma linda vista da capital russa do alto dos seus 540 metros de altura. Construída em 1967 foi a “estrutura autônoma em terra mais alta do mundo“ até 1976 quando a CN Tower, em Toronto no Canadá foi inaugurada.

Para os apreciadores do verde e da natureza, o Parque Gorky é a grande atração, no inverno, é o local para a patinação/o no gelo, além de sediar o Festival de Inverno Russo.

Realizar esses passeios utilizando o metrô torna o passeio muito melhor, as estações russas são liindas de morrer, com traços típico da Era dos Czares, são denominadas de “Palácios Subterrâneos“, não deixe de fora da sua lista!!

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P.s.: As fotos foram retiradas da internet!! 😉




Check-in na Rússia

Oiii, gente viajante!!

Maior país do mundo, o país das matrioskas (não sabe o que é isso? Colocamos uma foto por aqui, vá lendo que uma hora elas aparecem), país da vodka, país de origem do meu segundo nome (Raisa, em homenagem a Raíssa Gorbachev – deixem eu me achar ;)) e o país sede da Copa do Mundo 2018.

Os olhos de todo mundo vão se voltar para a gélida Rússia, e você, viajante experto se for assistir a Copa in loco não vai deixar passar nada na hora de arrumar a mala. Anota as dicas ai e boa viagem!!

Money, Money, Money

Se achas que é Euro, pode esquecer, a moeda é Rublo Russo (RUB), com símbolo ₽

As notas são expedidas em notas de ₽05, ₽10, ₽50, ₽100, ₽500, ₽1000 e ₽5000. E as moedas em 01 kopeck, 05 kopeck, 10 kopeck, 50 kopecks, ₽01, ₽02, ₽05 e ₽10.

É considerado ILEGAL pagamento em dólar, euro, libra, real ou outro qualquer tipo de moeda.

Tempo e temperatura

Chegamos na parte que nós brasileiros temos mais dúvidas quando falamos na Rússia, a temperatura!!

Temos que entender que estamos falando do maior país do mundo e com isso há uma grande variação de temperatura na mesma época do ano.

Enquanto temos um clima subtropical no Mar Negro, na Sibéria meridional temos continental (a variação de temperatura entre esses dois pontos atinge 80ºC na mesma época), demais localidades apresentam coesão nas temperaturas.

Por ser no Hemisfério Norte, as estações do ano são definidas assim: Primavera – de 21 de março a 21 de junho; Verão – de 21 de junho a 23 de setembro (neva no verão!!!); Outono – de 23 de setembro a 21 de dezembro; Inverno – de 21 de dezembro a 21 de março.

Primavera e Outono guardam temperatura amenas, se comparadas ao inverno russo,

O verão em grande parte do país é quente e agradável, com o sol presente.

O Inverno é dos mais rigorosos do mundo, vá nessa época se você tem certeza que AMA neve, nevasca, frio e afins. A maioria das regiões ficam de 04 a 05 meses no frio, ao Norte o tempo de frio dura 10 meses.

Torre de Babel

Aqui temos uma Torre de Babel de primeira qualidade. Além do russo, ainda são reconhecida como línguas oficias: língua ucraniana, azeri, tártara, tchuvache e tuviniana.

E o inglês?? Então, jovem viajante, o inglês só usado no combo “hotel +principais pontos turístico +restaurantes mega badalados“ fora isso é tudo russo mesmo. “Вы получили это“ (”Você entendeu?”, em russo ;D)

Gorjeta

Na Rússia é assim: não aparece na conta o valor da gorjeta, mas é de praxe deixar de 05% a 10% do total da conta para o garçom.

Olha a água mineral!!!

Há uma quantidade relativamente boa de fontes naturais na Rússia, no entanto nem todas são propícias para consumo, se for beber água natural das fontes, fique atento se são fontes analisadas e aprovadas.

Os poços artesianos são igualmente comuns na Rússia, principalmente nas áreas campestres. São consideradas puras por não ter contato com água da chuva e outras impurezas.

Água descongelada é considerado o melhor meio de purificação da água. Quando se congela a água impura, além de demorar mais, as impurezas se concentram no meio da formação do gelo, e na água limpa não. Atente que só o primeiro descongelamento deve ser usado para tomar.

A Rússia abriga duas grandes fontes minerais (Cáucaso e Zabaikalki) usadas para beber e para tratamentos de doenças neurológicos, cardiovasculares e outros devido a grande quantidade de sais e minerais (dando um gosto levemente salgado)

As marcas mais famosas de água são: Essentuki, Narzan e Nagutskaia

Beber água da torneira, pode? A agência de vigilância Rostockrebnadzor garante que a agua da torneira é própria para consumo.

Alerta!! Independente da origem da água escolhida para beber, sempre é bom ferver ou filtrar a água antes do consumo.

Fumantes

Desde 2013 está em vigor a lei antifumo em toda a Rússia, e é proibido fumar: em escritórios, escolas e universidades, hospitais, clínicas e todas as instituições públicas, restaurantes, cafés, em todos os meios de transporte, dentro de estações ferroviárias, portos e aeroportos, estações de metrô e pontos de parada de transporte coletivo, bem como a uma distância inferior a15 metros desses pontos.

Internet

Levar um chip sempre é bom, mas muitos restaurantes, cafés, bares e pontos turísticos dispõe wi-fi gratuitamente.

Lembre-se: Em alguns estabelecimentos a senha do wi-fi só é fornecida mediante o consumo no local.

Tomada, voltagem e afins

Na Rússia o padrão da corrente elétrica é de 220volts (50Hz) E a tomada é de dois pinos redondos paralelos na horizontal (tipo F).

Acesso a Rússia

Aéreo

O ponto de partida para explorar a Rússia é pela capital Moscou, são cinco aeroportos (Sheremetyevo, Bykovo, e os internacionais Ostafievo, Vnukoyo e o Domodedovo) que fazem a “distribuição“ para as outras cidades russas e que recebem a grande malha aérea internacional.

Mesmo que o seu destino final não seja Moscou, uma breve conexão ou escala vai acontecer na capital russa antes de chegar a cidade desejada.

Terrestre

Ônibus

A opção terrestre para acesso a Rússia por ônibus é bem reduzida, reservada mais para os ônibus de turismo, as estrada são boas mas há opções mais procuradas.

Ferrovia

Seguindo a linha dos aeroportos, os trens fazem parada final no terminal ferroviário mais ao centro de Moscou, finalizando a viagem na estação central, é possível embarcar em outro transporte para a chegar a seu real destino.

Os trem passam de 30 em 30 minutos e há divisão de classes nos trem assim como nos aviões. Fique atento na hora de comprar os bilhetes

Carro

Quem busca total autonomia na sua viagem e não gosta de transporte público, a saída sempre é aluar um carro.

Atente que na Rússia apesar de boas estradas, não possui bons motoristas, os russos tem péssima fama no trânsito e os horários de pico são sinônimo de caos e estresse.

E outro detalhe que “dificulta“ é a sinalização, existe e super orientam, mas se você souber o alfabeto cirílico, do contrário não serve de nada.

Locomoção na Rússia

            Aeroexpress

Quem chega pelo aeroportos da Rússia logo é apresentado ao Aeroexpress, um trem confortável, com banheiro e serviço de bordo que faz trajetos dos aeroportos para as principais estações de metrô da cidade.

Apesar de não ser 24 horas (05h as 00h30) funciona com alta frequência (de 30 em 30 minutos) e as instruções são em inglês (raridade)!!!!

Os ingressos podem ser adquiridos pelo site oficial

            Trem bala

Para visitar outras cidades russas, como a famosa São Petersburgo é mega fácil, há o trem bala com suas estações bem centrais e serviço a bordo de primeira qualidade.

            Carro

Mesmo ciente de todo caos com o trânsito russo e a dificuldade em entender as sinalizações em cirílico, você ainda deseja passear de carro, pois saiba que há necessidade em traduzir a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para russo e autenticar no consulado russo e brasileiro e/ou possuir a Carteira de Habilitação Internacional (CHI)

            Táxi/Uber

Se fizer uso de táxi, solicite pela recepção do hotel, do estabelecimento em que estiver ou por aplicativos (Get Taxi e Yandex), os russos tem a má fé de cobrar mais caro pelo trajeto se souber que são turistas, por não ter taxímetro, é melhor combinar o valor da corrida antes de ingressar no carro. E detalhe: eles não falam inglês!!!

O aplicativo Uber funciona muito bem, não tem erro. Não esqueça de usar o cupom “UBERSISTERINTRAVEL

            Ônibus

Não é o transporte (nem o ônibus elétrico) dos mais recomendáveis, pela falta de sinalização e poucas rotas. Se fizer questão, é melhor utilizar o ônibus turístico.

Andar de ônibus por Moscou é uma opção para os mais aventureiros. Ao contrário do metrô, o trajeto do transporte não está exposto em qualquer lugar.

            Metrô

Além de ser o melhor transporte público de toda Rússia, é um dos cartões postais do país. Conhecida como “Palácio Subterrâneo“ são um encanto de estação, inclusive temos um post sobre as estações de metro russa, clica aqui.

O metrô abrange toda a cidade, são bem sinalizados (letras e cores), em algumas áreas turísticas a sinalização também ocorre em inglês.

P.s: A Rússia disponibiliza cartões para facilitar a vida dos frequentadores assíduos dos transportes públicos, são eles: Troika (para transporte de superfície), Ediny (vem com quantidade de viagens pré-definidas, até 60 viagens por cartão), Bilhete Diário (são definidos por dias e não por viagens), 90 Minutos (funciona assim – utiliza qualquer transportes público, durante 90 minutos, quantas vezes quiser).

Cada vez mais o uso do dinheiro em espécie se torna menor, por isso a Rússia oferece a opção de pagamento via celular, utilizando o cartão de crédito para cadastro via Samsung Pay e Apple Pay. E o chamado bilhete vestível, uso de braceletes, anéis e/ou chaveiros com microchips que validam a entrada para ingresso nos transportes públicos.

Atenção!!! A tecnologia está ai, use a seu favor, baixe o aplicativo oficial “Moscovo Guia de Metrô e Mapa Interativo“ e simule viagens, com passo a passo das linhas e transportes a serem utilizados para alcançar o seu destino, além de apresentar o valor da viagem.

Animais de estimação

Seu pet é muito bem-vindo a Rússia, no entanto fique atento para alguns detalhes.

A documentação: Atestado veterinário internacional (datado cinco dias antes da viagem), Certificado de Vacinação contra a raiva e polivalente e permissão especial do Serviço Federal de Vigilância Veterinária e Fitossanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor).

O transporte do animal: Os gatos devem ser transportados em bolsa ou kennel, e os cães em kennel, usando focinheira.

Para os cães há a seguinte atenção: a caixa de fundo para o transporte deve ser impermeável, com material absorventes e com tamanho suficiente para o animal deitas e se mover com folga.

Lembre-se que cada companhia aérea tem sua política (e taxas) para aceitar o seu bichinho, entre em contato antes de emitir os bilhetes aéreos.

Para as viagens em trem, há maior facilidade, não é necessário apresentar atestados, há cobrança de taxas e assim como na alfândega, não são aceito mais de dois animais por pessoa.

Números úteis

Prefixo internacional: +7

Polícia: 092

Urgência: 112

Cruz Vermelha: 902 222 292

Ah, essas são as Matrioskas!!!!


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Desbrave a charmosa Amsterdam

Oii gente!!

Tulipas, canais, casa coloridas geminadas, bicicletas, coffe shops, tamancos, moinhos, queijos (MA-RA-VI-LHO-SOS!!), cervejas e mais outros pontos de referência que encheriam o post.

Todas essas atrações nos remete a um só país: Holanda!! E é sobre a capital Amsterdam que exploraremos aqui.

Em qualquer estação do ano há passeios únicos e imperdíveis, atraindo turistas do mundo todo.

Amsterdam é cosmopolita, rica (em todos os sentidos), movimentada, atraente, tem seu charme singular que encantam a todos que visitam.

Mas o que tem de tão bom por lá? Vem comigo que te mostro todos os bairros e suas atrações!!

Sobre os Museus de Amsterdam e só acessar esse link e conhecer o mundo dos museus holandeses.

Noordelijke IJ-oever

O bairro Noordelijke IJ-oever é a melhor definição da renovação urbana em conjunto com as belezas da natureza. Localizado na parte moderna da Orla Norte do Rio/Canal IJ.

Se de um lado do Canal IJ encontramos as tradicionais aldeias rurais (Nieuwendam, Ransdorp e Zunderdorp) com seus moinhos e tradicionais telhados, do outro lado (atrás da Estação Central), no Amsterdam Noord o verde impera em meio a muita arte de rua, arquitetura mais contemporânea, bons locais na beira do rio para passeios despretensiosos (os rooftops bombam por aqui). Uma balsa/ferry (acesso por trás da Estação Central) faz o transporte para o outro lado de Noordelijke IJ-oever.

Ainda usando a Estação Central como referência, bem em frente há o edifício EYE Filmmuseum e sua moderna arquitetura, na esquina tem o Centro Cultural Tolhuistuin, com música ao vivo, restaurantes e boas atrações culturais. Para uma vista de 360º da cidade nada como o A’dam Tower.

O bairro Noordelijke IJ-oever, ainda apresenta grande variedade de restaurantes (o casual Hotel de Goudfazant), bares, café (destaque para o Café de Ceuvel), boates e outros atrativos para agradável inicio de noite.

Quem quiser conhecer um pouco do estilo de vida dos holandeses, faça um passeio pela rua Buiksloterdijk e aprecie as casas e tranquilidade de Noord.

NDSM Wharf

NDSM Wharf (Nederlandse Dok en Scheepsbouw Maatschappij “Dutch Doca e Construção Naval Empresa” – tradução livre) é um bairro que mantém seus traços característicos dos estaleiros que existam por ali. Igualmente localizado a margem do Canal IJ tem uma essência cultural forte, o ponto de encontro dos artistas e jovens. Os antigos hangares, hoje são sede de cooperativas e lojas de artistas locais em ascensão.

Os Festas de diversos segmentos, apresentações, exposições, festivais de dança e uma grande variedade de outros eventos são frequentes em NDSM Wharf. Os bares (Café Noorderlicht melhor opção à noite) ocupam espaço com boa freguesia e ótima vista para a cidade, os restaurantes são bons, os drinques do Pllek Café fazem sucesso e a “praia” também, principalmente no verão.

Destaque total para o edifício de escritório Kraanspoor, parece um contêiner transparente suspenso, harmonizando com o estilo do bairro, o guindaste visto de várias partes, nada mais é que o Crane Hotel Faralda (inusitado!!) e cartão postal do bairro. Para quem gosta de Mercado de Pulga, o IJ-Hallen é parada obrigatória.

Ooster, Dapperbuurt e De Plantage

Quem deseja bairros com misturas de sabores, costumes e culturas de vários países?! O Ooster, Dapperbuurt e De Plantage são assim, típicas padarias turcas, restaurantes tradicionais do Oriente Médio, grifes francesas e museus de culturas internacionais.

Perto do centro da capital Holandesa, os bairros se fundem por serem semalhantes, apresentam muito verde, ruas largas, prédios datados do século XIX, restaurantes premiados e conceituados, muito museus e atrativos culturais.

O “verde” está no parque Oosterpark, e principalmente no Hortus Botanicus Amsterdam (Jardim Botânico de Amsterdam). Quem pretende mais que botânica de maneira geral, o zoológico mais antigo de Amsterdam Artis Royal Zoo oferta um aquário, planetário, museu zoológico e a única exposição de vida microscópica do mundo o Micropia.

A gastronomia é representada pelos Restaurante C, Badhuis Javaplein, Café-Restaurant De Plantage (dentro do Astis Royal Zoo) e o Restaurante Elkaar.

Os atrativos culturais (minha paixão!!) são inúmeros, os museus Tropenmuseum (Museu Etnográfico), Rembrandthuis (Museu-Casa de Rembrand), Hermitage Amsterdam (filial do museu Hermitage em São Petersburgo, na Rússia), Joods Historisch Museum (Museu Histórico Judaico), Verzetsmuseum (Museu da Resistência Holandesa) e Hollandsche Schouwbur (antigo teatro) e Dutch National Opera & Ballet são as opções de culturais para Ooster, Dapperbuurt e De Plantage.

Ooster igualmente ao NDSM Wharf apresenta seu mercado de pulgas, o Dappermarkt (fecha aos domingos e nos demais dias abre das 09h as 17h) e Waterloopleinmarkt, mas quem deseja compras fora desse tipo de mercado, apresentamos a Javastraat uma charmosa rua comercial, que apresenta além de boas lojas, cafés e restaurantes.

Quem deseja diversão e badalação encontra boas opções em um só lugar, no Volkshotel. Na cobertura temos o Canvas, escolha certa para apreciar bons drinques com preços acessíveis e uma linda vista para Amsterdam. O espaço ainda abriga a festejada Boate Canvas. No porão há o “hypado” Café Doka, igualmente imperdível.

Oud-West

Podemos chamar de área nobre de Amsterdam. Bem delimitado pelo parque Vondelpark e os canais Singel, Hugo Grootgracht e Kostverlorenvaart, ao norte de Amsterdam.

O que encontramos por aqui?? Restaurantes e lojas muuuito bem conceituadas e renomadas lojas de móveis (Friday Next e Wildernis são uma delas). As ruas do sucesso são: Clercqstraat e Jan Pieter Heijestraat.

Outra rua importante é Kinkerstraat muito movimentada e com comércio atrativo, por sinal, a Kinkerstraat “corta” a rua do famoso mercado Ten Kate Markt, ali perto está instalado o De Hallen Studios, antigo galpão industrial, hoje é Centro Cultural extremamente movimentado, tem cinema, dois restaurantes, praça de alimentação, artesanato e um hotel boutique (De Hallen Hotel). Completando a pegada cultural, uma visita ao cinema (e café) Lab111 e OT301 (consulte a programação pelo site oficial) são imprescindíveis.

Oud-West ainda guarda outras boas atrações, o Café Panache é o bar ideal para aproveitar a noite nessa região, a decoração no estilo “industrial chic”, cardápio sazonal com os melhores ingredientes da região e os coquetéis do bar conquistam os clientes. Ainda temos o Lot Sixty One, filial da cafeteria nova iorquina, o Lot dispõe de cafés de qualidade e comidinhas saborosas.

Quem deseja preparar sua própria refeição tem endereço certo, o Bilder & De Clercq, é simples: escolha uma das 14 (quartoze) receitas, pegue e pague pelos ingredientes e prepare sua comida. Saudável, fresca e sem desperdício e ainda acompanha vinho. Para os veganos e vegetarianos há o Meatless District, Dutch Weed Burger Joint e Vegan Junk Food Bar.

De Pijp

Indo para o bairro De Pijp (bem pertinho do bairro Oud-West), encontramos as grandes atrações holandesas que os turistas procuram. O célebre Heineken Experience (quem aprecia cerveja, aqui é o lugar), o famoso restaurante CT Coffee & Cocos (a espera vale a pena), o Mercado Albert Cuyp.

Para os apreciadores da arquitetura o Amsterdam School e sua estrutura no estilo do século XX – alvenaria arredondada e decorativa, janelas de ferro forjado – são parada obrigatória.

Amantes da natureza encontram no Parque Sarphatipark todo o verde do bairro.

No De Pijp há grande oferta de restaurantes, cafés e rooftops para terminar o dia e iniciar a noite. Destacamos os restaurantes Little Collins, Bakers & Roasters todos com ambiente descolado e super informal, o café Scandinavian Embassy é bem procurado e concorrido na hora do almoço. Para a noite, o sofisticado Twenty-Third Bar é a pedida, localizado no 23º andar do Hotel Okura Amsterdam (5*) é local para ver e ser visto com bebidas e petiscos de extremo bom gosto.

Quem procura compras, saibam que no De Pijp há lojas para todos os gostos, algumas são: joalheria Anna & Nina, a loja de roupas Charlie + Mary, Things I Like Things I Love (com pegada mais moderninha), a loja conceito Cottoncake e loja de decorações.

Oostelijke Eilanden e Oostelijk Havengebied

Para apreciadores de história marítima, navios e afins, esse é o bairro certo. Em Oostelijke Eilanden há relíquias do mundo náutico, a referência é o Scheepvaartmuseum (Museu Marítimo Nacional).

Nem só da vida marítima vive o Oostelijke Eilanden, o bairro com pinta de ilha (por ser isolada pelos canais), possui a área Ilha de Java, onde é possível admirar as construções tradicionais e modernas (Ponte Pythonbrug e os blocos de casa KNSM Island) perto das docas e canais. O Muziekgebouw aan ‘t IJ é uma linda sala de concerto a beira-mar, apresentando as melhores apresentações musicais da cidade, enquanto que o Bimhuis é o lugar perfeito para apreciar o melhor do jazz.

Pausa no passeio para visitar comidinhas e bebidinhas no Cafe Roest, bar beeem descontraído e descolado (hype style) que faz as vezes de centro cultural com exposições e apresentações para todas as idades. Cervejeiros de plantão, o Brouwerij ‘t IJ é destino certo para conhecer e apreciar uma cerveja artesanal e de quebra ficar admirando o maio moinho da cidade.

Oud-Zuid

Atravessando os canais, chegamos ao bairro Oud-Zuid, vizinho do bairro Out-West, formando a dupla de bairros nobres, sofisticados e elegantes da capital holandesa.

Enquanto o Muziekgebouw aan ‘t IJ é o local perfeito para concerto no Oostelijke Eilanden, no bairro Oud-Zuid o encontro certo para apreciar música clássica é o tradicional Concertgebouw com a renomada orquestra Royal Concertgebouw liderando as apresentações e encantando os visitantes.

Vamos de museu?! Van Gogh Museum, Moco Museum (Museu de Arte Moderna) e Stedelijk Museum (Museu de Arte Moderna Holandesa) junto com o Museu Rijksmuseum (belíssimo museu que guarda todas as relíquias e tesouros holandeses) estão na área de Oud-Zuid. Sabe aquele famosos totem “I Amsterdam” onde todo mundo tira foto??? Pois então, ele fica no Oud-Zuid na parte de trás do Museu Rijksmuseum.

O parque mais famoso de Amsterdam, Vondelpark, também está no limite do bairro junto com badalada e sofisticada rua PC Hooftstraat, a rua das famosas grandes grifes francesas (Chanel, Hermés, Louis Vuitton, Cartier), italianas (Gucci e Armani), suíça (Chopard) e alemã (Mont Blanc) e outras conceituadas grifes europeias.

Quem estima degustar chá, saiba que a casa de chá Blauwe Theehuis é o local ideal, o Vondelpark 3 é perfeito para qualquer refeição, o a localização não podia ser melhor, de frente para o Parque Vondelpark. De Vondeltuin e Groot Melkhuis também são ótimas opções para refeições principais, lanchinhos e fim de noite (happy hour!!)

Bos en Lommer

Na região Oesta da capital holandesa temos Bos en Lommer e uma atmosfera descolada, lembra muito o bairro NDSM Wharf, o diferencial é a inserção de espaços verdes (Rembrandt Park) e locais multiuso, exemplo do De Escola, prédio gigante que abriga, boate, restaurantes, galerias, teatros e ginásio. Outro lugar badaladinho é o hostel WOW, estilizado com bom restaurante e eventos e exposições culturais diariamente. Para atrações de renome e internacionais a escolha é o tetro Podium Mozaiek.

De Baarsjes

Vizinha-irmã do bairro Bos en Lommer, são distritos que praticamente se completam. A natureza, a jovialidade e a cultura em todas as suas faces ainda marcam presença em De Baarsjes. O diferencial?? As célebres ruas Jan Evertsenstraat (ou Jan Eef para os íntimos) revela lojas no estilo “moda conceito”, as convencionais lojas turcas (muito forte a presença da Turquia nessa área de Amsterdam), padarias e quitandas que vale a parada para degustar delicias preparadas na hora. E Witte de Withstraat, ostentando suas galeiras de arte (Het Sieraad e Meneer de Wit são alguns destaques). Outra atração é Mercatorplein, a praça vermelha que ocupa um quarteirão e apresenta construções tipicas da Holanda.

Quando a noite começar a aparecer, o Lokaal Café Edel Amsterdam e o Bar Spek são a pedida certa para ver e ser visto. O White Label Coffe é ideal para uma parada estratégica de passeio. Para um jantar calmo e refinado, dentro de um ambiente casual, o Café Partisan se destaca. Quem aprecia comida fresca e saudável, o Kesbeke fica sendo a melhor opção nessa região.

Zuidoost

Indo para o lado Sudeste de Amsterdam, temos Zuidoost, bairro predominante residencial com grande variedade étnico cultural (mais de 150 etnias presentes) mas com a maior concentração de espaço destinado a grandes eventos. Amsterdam ArenA, Heineken Music Hall (AFAS Live), Pathe Arena e Ziggo Dome estão por lá.

Dentre os locais para passear: Nelson Mandela Park (o melhor parque de Amsterdam para prática de quase todos os esportes), Museu Vrolik (Museu de Anatomia Humana).

Dicas para comer?! Temos!! O World of Food (misto de mercado com praça de alimentação de shopping) e o ICHI-E (o melhor japonês), junto com a patisserie Lebkov & Sons são as melhores opções gastronômicas no distante bairro Zuidoost.

Deixe nos comentários, vamos adorar saber!!

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P.s.: Algumas fotos foram retiradas da internet!




Espanha e a herança dos tempos dos Califas na região de Andaluzia

Oii, gentee!

Pela proximidade geográfica, a Espanha acabou sendo o país escolhido pelos países do Norte da África para se instalarem na Europa, dando o pontapé inicial para investimentos e conquistas territoriais.

Foi em 711 que os muçulmanos iniciaram o domínio na Europa, instituindo um emirado em Córdoba e fundindo todo contexto sociocultural e agrícola na região, presente até hoje. Hoje, após oito séculos de domínio dos califas (reconquistado pelos cristãos), encontramos grandes construções que nos faz conhecer a cultura islâmica, dentro do circuito europeu. Indústria Naval, comércio de tapeçarias, cerâmicas, matemática, botânica, medicina, geografia, história e inovações tecnológicas (como a criação de moinhos) ganharam expressão e deixaram herança para toda Europa.

A região de Andaluzia (Península Ibérica), no sul da Espanha foi a extensão territorial que mais recebeu toda a influência árabe. Prova disso é o nome “Andaluzia” que antes, era denominada “Al-Andalus”, em árabe. Granada, Sevilha, Córdoba, Zaragoza e Malága são as cidades com mais presença externa da era dos califas até hoje, seja na arquitetura, nos costumes e culinária.

Separamos as atrações de cada cidade que vão te remeter a cultura árabe, e fazer entender um pouco da história local e toda influência que os califas exerceram na Espanha.

Granada

Alhambra

É a maior e mais importante construção árabe na cidade de Granada. O grande castelo e fortaleza de Alhambra (em árabe Al Hamra “A vermelha” ou Alambra) foi construído no século XIII e desde então serviu para diversas finalidades.

Dentro dos grandes muros de Alhambra encontramos grandes pátios (com belos espelhos d’água), jardins e palácios, dentre eles o Palácio Nazaríes (residência dos califas durante a dinastia Násrida), o Palácio Generalife (palácio de verão com jardins), o Palácio Alcazár Nazarí de Comares (ou simplesmente Palácio Alcazár), o Palácio del Partal (a construção mais antiga de Alhambra) e o o forte Alcazaba.

É no Pátio de Los Arrayanes onde há o grande espelho d’água refletindo toda a beleza do local, no caso os belos arcos da construção do palácio.

O Palácio Generalife era usado durante o verão, abrigando belos jardins, conferindo um ar mais fresco para a época mais quente do ano. A localização estratégica, no alto do da montanha El Sol, promete uma bela vista da cidade.

O Palácio Alcazár abriga o famoso Pátio de Los Leones. O motivo que impressiona seus visitantes são as 124 colunas de mármore e a bela fonte cercada por 12 leões. Ainda nesse palácio podemos visitar e se impressionar pela Sala de los Abencerrajes, com decoração requintada, detalhe para o teto, uma “homenagem” ao Teorema de Pitágoras.

O forte Alcazaba, foi erguido no século XI para ser a principal salvaguarda da cidade. Mesmo sendo um forte, não deixou de receber interferências árabes na sua estrutura arquitetônica com azulejos de vários tamanhos, desenhos e cores.

Todas as construções são ricas em detalhes de origem árabe, foram selecionados os melhores artesãos mouros para a construção dos edifícios. Não há determinação de estilo arquitetônico, apenas a expressão da cultura dos califas. Desde 1984 Alhambra é patrimônio da Humanidade.

Sevilha

Giralda

Patrimônio Mundial da Unesco desde 1987, é a perfeita fusão entre as culturas árabe e europeia. Com a reconquista católica que ocorreu no século XV, a Catedral de Giralda começou a ganhar forma no lugar da Mesquita construída no século XII, a única parte que não sofreu grandes alterações ou fora destruída foi o Minarete de Giralda (hoje Torre Sineira), conservando os traços arquitetônicos árabes, tendo alteração apenas no topo, onde as esferas de bronze foram trocadas por símbolos católicos.

Real Alcázar

Mais um complexo palaciano califa deixado de herança em território europeu. Edificado no século X pelo primeiro califa andaluz, Abd al-Rahman 3º.

É composto pelo Pátio da Montaria, Pátio do Leão, Palácio de Pedro I, Quarto do Almirante, a Casa dos Príncipes, Salão de Carlos V, Pátio das Donzelas, Sala dos Reis, Sala de Carlos V, Salão do Imperador, Salão dos Embaixadores, Sala de Filipe II, o Pátio das Bonecas e belos jardins.

Com a recuperação cristã sobre o território, o Real Alcázar teve alteração e incorporação cristã ao longo do tempo, sem perder sua essência e prestígio árabe, notados até hoje. Também foi incorporado como Patrimônio Mundial da Unesco em 1987.

Córdoba

Catedral-Mesquita de Córdoba

Pelo nome atentamos para a mistura de estilo, seja religioso, seja na arquitetura. Inicialmente foi fundada a Mesquita de Córdoba no ano de 785, pelo emir Abderramão III, com a volta do domínio cristão a região de Andaluzia a Catedral de Córdoba foi instituída sobre a Mesquita.

É de impressionar qualquer cristão, as 900 colunas de pedras nobres em vermelho e branco, erguidas na entrada, os mosaicos, desenhos e relevos, todos da época do domínio islâmico.

É de se entender que não é a toa que a Catedral-Mesquita é a construção mais adorada e importante da região de Andaluzia.

Zaragoza

Palácio da Aljafería

Único resquício dos tempos muçulmanos na cidade de Zaragoza, foi residência dos Reis Cristãos em 1118, após a reconquista do território. Em 1593 passou por reformas para ser sede militar, hoje comporta as Cortes de Aragão.

Malága

Alcazaba

Derivado do árabe, significa “cidadela”. Dividida em planos diferentes, destinados a receber a população. No outro nível tinha a mesquita, e o prédio da administração da fortificação, fabricada no estilo de fortificação militar.

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Chapadas do Brasil

Oiii, gentee!!!

Obra (diga-se de passagem, das mais belas) da natureza. Geograficamente falando Chapada é um terreno de superfície plana, localizados em altos de serras (acima de 600 metros) e um vegetação rasteira.

No Brasil, as chapadas se situam em todas as regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, com visual parecido: cachoeiras, cânions, paredões de arenito e muito lagos.

As chapadas mais famosas do Brasil que dispensam apresentações são a Chapada Diamantina (BA), Chapada dos Veadeiros (GO) e Chapada dos Guimarães (MT). Nesse post vamos apresentar outras lindas chapadas que esperam por você. 😉

Monte Roraima (RR)

Apesar de ter o nome “monte”, o Monte Roraima é uma chapada, e vale dizer, a chapada mais alta (2.810 metros de altura) do Brasil e do mundo!!! Seu platô de 90km de extensão, localizado na tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana Inglesa. Integrando o grupo Tepuis (montes em formato de mesa), que reúne montes nos arredores do Monte Roraima, é o local certo para aventureiros de plantão do estado de Roraima e do mundo.

Chapada das Mesas (MA)

Localizado dentro do Parque Nacional da Chapada das Mesas, no estado do Maranhão. A Chapada das Mesas tem seus 160.046 hectares e vegetação dominante do cerrado devidamente protegidos. São mais de 80 cachoeiras, e 400 nascentes de água cristalinas, sítios arqueológicos com inscrições rupestres. Os municípios que servem de ponto de partida são: Carolina, Riachão, Estreito e Imperatriz.

Chapada do Araripe (CE)

A Chapada do Araripe ainda não é Parque Nacional por não ter seu espaço geográfico oficialmente delimitado. Assim como o Monte Roraima e sua tríplice fronteira, a Chapada do Araripe fica na divisão de tríplice fronteira, mas pelos estados do Nordeste brasileiro (Ceará – que detém grande parte, Pernambuco e Piauí). São mais 178km do Leste ao Oeste e 58km de Norte a Sul. Mesmo estando em uma região semiárido (divergente das outras chapadas) em nada perde, uma vez que apesenta paisagens naturais, fontes de água límpida e mais de 200 espécies de aves e outros tipos de animais devidamente catalogados.

Chapada dos Parecis (MT)

São 800m de altitude, o ponto mais alto é o Pico Tracuá e seus 1.126 metros. Rios pertencentes a Bacia Amazônica e outros afluentes nacionais e internacionais, e uma grande biodiversidade e presença de belezas naturais. Esses são alguns dos muitos pontos de destaque da Chapada dos Parecis, no estado do Mato Grosso. A porta de entrada é a cidade de Campo Novo do Parecis (MT).

Chapada do Guarani (SP)

Por abrigar 06 municípios (Analândia, Brotas, Itirapina, Torrinha, São Carlos e Santa Rita do Passa Quatro) do estado de São Paulo, a Chapada do Guarani e seus 734m de altitude atrai por inúmeros atrativos e serviços. A Chapada do Guarani guarda o Aquífero Guarani, maior reservatório de água subterrânea da América do Sul e um dos maiores do mundo, lindas paisagens, serras e vales cortados por rios. Local perfeito para quem deseja descansar e/ou se aventurar nas trilhas e florestas do Circuito Guarani.

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P.s.: As fotos foram retiradas da internet!