Praças de Gramado: prazer ao ar livre

Oiii, genteee!!!!

Gramado é uma charmosa cidade localizada na região das Hortênsias, na Serra Gaúcha, no estado do Rio Grande do Sul. Apresenta grandes atrativos naturais e construções, deixando visitantes encantados. Opções não faltam nesta elegante cidade com ares europeus em pleno território brasileiro.

No post de hoje vamos explorar as praças da bela Gramado. Coisa boa é ter uma boa praça para passear, um passeio em contato com a natureza, respirando ar puro, acesso fácil, cenário para liiindas fotos (em qualquer estação) e o melhor de tudo, passeio gratuito!! Enfim, bons motivos não faltavam para conhecer as praças de Gramado.

Praça Major Nicoletti

Situada na Avenida Borges de Medeiros (o endereço mais movimentado de Gramadi), foi inaugurada em 1936, sofreu reforma e foi reinaugurada em 2003 homenageando o 1º sub-intendente do local, Major Nicoletti.

A praça guarda grandes atrativos da cidade: Igreja Matriz São Pedro e o Palácio dos Festivais.

Praça das Etnias – Casa do Colono

Ainda na Avenida Borges de Medeiros encontramos a Praça das Etnias, homenagem justa aos países colonizadores do estado do Rio Grande do Sul e da cidade de Gramado: Alemanha, Itália e Portugal. Nela podemos apreciar a arquitetura e artesanato dos três países. Na Praça das Etnias ainda temos a possibilidade de conhecer a Casa do Colono, voltada para apresentação dos produtos típicos da região, produzido pelos artesãos da cidade.

Praça das Mães

Outra praça que homenageia seus pioneiros é a Praça das Mães. Os homenageados da vez são os antigos moradores de gramado, os índios Caingangues. Há a estátua em tamanho natural de uma mulher (mãe – dai o nome da praça) com seu filho no colo, reflete a primeira mão da localidade. A praça ainda possui o carvalho-europeu, símbolo do respeito pela vida e pela memória de Gramado. Está localizada na Rua João Petry.

Praça das Rosas

Infelizmente é pouco visitada a Praça das Rosas (Rua Emílio Sorgetz), porém é um encanto de lugar, ainda mais depois da sua revitalização, em Maio de 2017. São milhares de mudas de rosas, além de deixar o local colorido e cheiroso, trás toda a calmaria e paz que uma praça deve passar aos seus convidados”, é chegar, escolher um dos bancos e contemplar toda a paz da praça.

Praça Leopoldo Rosenfeldt

Sabe o Kikito (Deus do Bom Humor), símbolo e troféu do Festival de Cinema de Gramado?? Então é na Praça Leopoldo Rosenfeldt (Avenida Borges de Medeiros) que vocês tem a chance de tirar uma foto com a estátua em tamanho humano. Cercada por belos jardins e pelas bandeiras de todos os estados brasileiros (alguns a conhecem como Rótula das Bandeiras), a praça agracia o então Senador da República e considerado pelos gaúchos como o “Pioneiro do Turismo de Gramado”, Leopoldo Rosenfeldt (1899-1961). Além de fomentar o turismo na cidade, Leopoldo foi idealizador de outras grandes atrações em Gramado, o Lago Negro e o Lago Joaquina Rita Bier.

Praça do Moinho

Aqui temos uma praça com outra proposta, em vez de flores, bancos, monumentos/estátuas e afins, na Praça do Moinho (Rua Wilma Dinneber) temos reunião de lojas e restaurantes recebendo sombra de duas araucárias estrategicamente posicionadas na calçada. A ideia dos atrativos foi tão boa que alteraram o nome para “Centro Comercial Praça do Moinho”. Sabe aquelas famosas foto dos turistas ao lado de um gigante termômetro quando as temperaturas estão beeem baixas em Gramado?? Pois é, são tiradas na Praça do Moinho. #FicaDica 😉

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P.s.: As fotos foram retiradas da internet!




As mais belas estações de metrô

Oiii, genteee!!!

Sempre que viajamos, procuramos museus, praças, centros históricos, palácios e outros pontos turísticos famosos e conhecidos pela maioria dos moradores e visitantes.

Mas que tal incluirmos algumas estações de metrô na rota de locais para visitar?? Não?! Por ser o meio de locomoção mais usado pelos para os moradores das cidades e turistas, o preço convidativo e a boa logística sempre agrada na hora de escolher qual meio de locomoção usar. Entendemos que as estações são barulhentas (ainda mais nos horários de pico), as vezes sujas e esquecidas por seus governantes.

Estamos aqui para “desmistificar” que as estações de metrô são opções fora de cogitação na hora de passear pelo seu destino de viagem. Reunindo design diferenciado (e até mesmo assinado por designers aclamados), arquitetura peculiar, cores e texturas únicas e até mesmo peças dignas de museus a nossa seleção é de “cair o queixo” e colocar a estações de metrô na lista da sua próxima viagem!!

Estação Toledo (Nápoles, Itália)

É a estação de metrô que mais bomba nas paradas de sucesso quando o assunto é “estação de metrô + design + reação Uauuu”.

Por fazer parte do projeto “Napoli’s Art Stations”, a estação de metrô italiana ganhou novos ares graças aos arquitetos Oscar Tusquets Blanca e o designer William Kentridge que deram ao espaço tons de azul a temática água e luz.

Estação Kungstradgarden (Estocolmo, Suécia)

Tendo como inspiração e ideia central o Palácio Makalos, a estação de metrô Kungstradgarden impressiona pela riqueza de detalhes em estilo colonial diferenciado. A variedade de luzes coloridas e os toques modernos representados pelas placas de identificação fazem o contraste que impressiona e encanta todos que passam pela estação.

Estação Kaohsiung (Taiwan, China)

Se você gosta do efeito das luzes combinados a boa arquitetura, então o encanto é certo com a estação Kaohsiung em Taiwan, na China.

O impressionante Domo de Luz (Dome of light) com seus vidros coloridos, e considerada a maior instalação de vidro do mundo (30 metros de diâmetro e mais de 4mil painéis coloridos), é obra de Narcissus Quagliata e foram trazidos da Alemanha.

Estações Universidad de Chile (Santiago, Chile)

O que mais chama atenção nessa estação é a obra de Mario Toral, o mural denominado “Mural Visual de Uma Nación” que retrata a história política, religiosa, além das tragédias e glórias chilenas.

São 1200 metros quadrados de pura arte decorando a estação de metrô, e servindo de contemplação artística em pleno metrô, desde 2013 graças ao projeto “MetroArte”.

Estação Olaias (Lisboa, Portugal)

É na Linha Vermelha das estações de metrô de Lisboa que encontramos uma das mais belas estações de metrô do mundo, segundo o artigo “Impact your World” de 2012. Inaugurada em 1998 a estação Olaias tem o projeto arquitetônico assinado pelo renomado arquiteto Tomás Taveira e obras pelos artistas plásticos Pedro Cabrita Reis, Graça Pereira Coutinho, Pedro Calapez e Rui Sanchez.

O que torna a estação interessante e única são as artes apresentadas, uma delas é a escultura em chapa metálica pintada de preto e branco, batizada de “Ascensão”, localizada no átrio, ela repassa a ideia que o passageiro está fazendo uma “subida simbólica”. As paredes do metrô em revestimento de baixo-relevo com textura arenosa nos remete o “movimento da passagem humana pelo local – a individualidade de cada um”. Além da escultura em aço, tem o painel de cerâmica no centro da estação onde o relevo de tão perfeito parece que as palavras vão sair do painel. Surreal!!

Estação Drassanes (Barcelona, Espanha)

Linha 03 de Barcelona, a estação Drassanes foi construída em 1968 e na última reforma recebeu ares futuristas graças os pavimentos de resina e paredes de concreto revestidas com fibra de vidro, telhas vermelhas e um teto preto.

Construída próximo ao mar, esta estação é mais superficial e não profunda como são as estações mais tradicionais.

Estação Arts Et Métiers (Paris, França)

Nada como um bom livro para inspirar uma estação de metrô, estamos falando do livro “20 Mil Léguas Submarinas” e da estação Arts et Métiers em Paris. A estação foi criada em 1904 e reformada em 1994 em homenagem ao bicentenário do Conservatório Nacional das Artes e Ofícios – CNAM, com a temática do livro.

Revestida com placas de cobre, a estação teve assinatura do artista François Schuiten que conseguiu remeter os passageiros para dentro do submarino Náutilus, presente na história de Jules Verne. Tudo, mas tudo mesmo (até a lata de lixo) está dentro da atmosfera do livro.

Estação Comte de Flandre (Bruxelas, Bélgica)

Na capital Bruxelas, na estação de metrô das linhas 1A e 1B vemos e apreciamos arte e design surpreendentes na estação Comte de Flandre, no bairro Sint-Jans-Molenbeek.

Graças ao artista Paul Van Hoeydonck a arte está presente com figuras suspensas acima dos trilhos da estação. Temos impressão que as estátuas suspensas vão cair sobre o metro.

Estação Heidelberger Platz (Berlim, Alemanha)

É no bairro Wilmersdorf que podemos ter a chance de encontrar a obra do arquiteto Wilhelm Leitgebel, a estação de metrô alemã Heidelberger Platz que foi inaugurada em 1913 tendo ares de catedral, com teto alto e abobadado cheio de lustres e pilares de pedra.

Tamanha arquitetura e beleza fez da estação patrimônio protegido alemão. Quer mais? A estação conta com restaurante fast food e um mini supermercado que abre nos finais de semana.

Estação de metrô Arbatskaya (Moscou)

Integrando a linha Arbatsko-Pokrovskaya em Moscou, a estação de metrô Arbatskaya foi construída em 1953 para substituir a antiga estação atacada por bombas em 1941 e para ser abrigo para futuros ataques nucleares.

Desenhada por Leonid Polyakox, Valentin Pelevin e Yury Zenkevich, é a segunda estação de metrô mais longa de Msocu (com 250m) e a mais profunda com 41m. As torres baixas e quadradas com mármore vermelho e um teto alto abobadado com suportes decorativos e relevos florais e candelabros, dentro de um túnel elíptico em seção transversal é de deixar qualquer visitante encantado.

Estação de metrô Avtovo (São Petersburgo)

Responsabilidade do arquiteto Yevgenii Levinson, integra a primeira linha do Metro de Leningrado em desde 1955 e é superficial.

Chama atenção pelas colunas com vidro ornamentais (produzidos na fábrica de Lomonoso), o mármore branco, o mosaico de VA Voronetskiy e AK Sokolov. Até a grelhas de ventilação são ornamentadas.

Estação de metrô Belorusskaya (Moscou)

Ivan Taranov e Nadezhda Bykova são os responsáveis pela estação inaugurada em 1938 com decoração nacional, bem no estilo da Bielorrússia, com torres retangulares em mármore rosa de Birobidzhan no exterior e mármore preto davalu na passagem das plataformas. As lâmpadas de bronze ornamentam os nichos do pilone, no final do corredor encontramos o busto de Vladimir Lenin.

A estação sofreu modernização em 2004, substituindo o piso de ornamentos nacionais por azulejos quadrados e as paredes que antes eram de cerâmica índigo foram trocadas por mármore índigo.

Estação de metrô Elektrozavodskaya (Moscou)

Aberta em 1944 é mais “famosinha”, leva a assinatura do arquiteto Vladimir Shchuko, Vladimir Gelfreich e Igor Rozhin.

O teto é coberto com lâmpadas circulares incandescente (ao todo são 318 lâmpadas), 12 bas-relieves de mármore (neles estão retratados a luta doméstica da época), mármore salietti vermelho nas paredes da estação, mármore em pó nas balonhas retangulares e um desenho de tabuleiro de granito na plataforma principal dão um show no quesito artitetura e design de qualidade e bom gosto.

Estação de metrô Kiyevsskaya (Moscou)

Foi através de um concurso de design realizado na Ucrânia que o escolhido foi selecionada para realizar a obra na estação Kiyevsskaya, em Moscou. As equipes vencedoras foram: El Katonin, VK Skugarev e GE Golubev que uniram seus projetos arquitetônicos. O resultado final? Pilares baixos e quadrados em mármore branco, mosaicos da AV Myzin em homenagem a unidade russo-ucraniana, arcos entre as torres com acabamento dourado. A entrada é uma reprodução da Art Nouveau do metro de Paris de Hector Guimard.

Destacamos algumas e ainda citamos a Estação de metrô Komsomolskaya, Kropotkinskaya, Mayakovskaya, Novoslobodskaya, Prospekt Mira e a Estação de metrô Taganskaya. Todas em Moscou.

Não se engane, há muitas estações de metrô que valem a pensa serem visitadas além das citadas aqui. Explore o mundo e conheça além do trivial. 😉

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P.s.: As fotos foram retiradas da internet!




Conheça os encantos de Montevidéu

Oiii, genteee!!!!

Maior cidade e capital do Uruguai, Montevidéu também é sede administrativa do Mercosul, possui porto natural estratégico para entra e saída de mercadorias que abastecem a cidade, o país e o Mercosul.

Muitas vezes o país passa despercebido na rota de muitos turistas por ser pequeno e ficar entre dois grandes países (Brasil e Argentina), mas a linda capital uruguaia tem passado histórico glorioso que reflete na arquitetura e na excelente qualidade de vida dos uruguaios. Qualidade de vida conjetura em uma cidade tranquila para passear (índice de violência baixíssimo), com muito verde, limpeza nas vias públicas, transito organizado (!!!), clima mega agradável com as quatro estações bem definidas (verão chega fácil ao 40ºc enquanto o inverno atinge 08ºc com folga).

Vamos desbravar essa linda cidade que soube “casar” o passado e o moderno selecionando alguns pontos turísticos para sua próxima viagem pela América do Sul. Não se engane, Montevidéu tem muito para mostrar e se aproveitar.

A melhor forma de conhecer uma cidade é explorando seus bairros, assim, quase nada passa despercebido e é esquecido no passeio.

Ciudad Vieja

Parte antiga da cidade. Edifícios antigos, Museus, teatros, lojas, galerias de arte, feiras de artesanatos, boates, bons restaurantes e bares.

Catedral da Praça Matriz, o passeio pela Rua Pedestre Sarandí, o Teatro Solís e sua arquitetura típica dos teatros líricos e europeus, Mercado Del Puerto e o Museu do Carnaval,  Cabildo – Museu e Arquivo Histórico MunicipalLivraria Mas Puro Verso, Praça Constituição (Feira de Antiguidades) são destaque na lista de “lugares para visitar”.

Centro

O Centro vai desde a Praça Independência até a Rua Ejido, onde oficialmente começa o bairro Cordón.

Tem como via principal a Avenida 18 de Julio (da Praça Independência até o Obelisco, na Rua Bulevar Artigas). O bairro Centro se conhecia antigamente como Ciudad Nueva, porque era extensão do bairro Ciudad Vieja.

Ótimo para: comércios, restaurantes, cinemas, teatros e hospedagem. É uma das zonas mais movimentada de Montevidéu.

No Centro se destacam o Casa Buxareo (sede da Embaixada da França), Casa Otero (declarado Patrimônio Municipal em 2005), Complexo de Sodre, Palácio Díaz, o Centro de Convenções da Torre de los Profesionales, a Torre del Gaúcho, Palácio Municipal, Museu da Casa dos Presidentes.

Praça Independência, é a “fronteira” entre o passado e o moderno, o centro histórico e o crescimento da cidade. Projetada em 1837 no plano diretor da cidade, fica no Centro de Montevidéu (rodeada por outros grandes pontos turísticos), é palco de várias apresentações culturais da capital, guarda os restos mortais do grande ídolo uruguaio José Artiga.

Na Praça Independência encontramos grande parte das atrações turísticas de Montevidéu. Em seu Centro está a estátua de José Gervasio Artigas e pode ser acessada através de escadas até o mausoléu subterrâneo onde se conserva os restos mortais do herói nacional.

Ao Leste fica a Porta da Cidadela (Puerta de la Ciudadela), testemunho do Montevidéu colonial e início da via para pedestres Sarandí.

Pela calçada Sul pode-se encontrar a Torre Executiva, atual sede do Poder Executivo, e o Palácio Estévez, antiga sede do executivo, abriga museu do Poder Executivo.

Ao Oeste na esquina com a avenida 18 de Julio pode-se ver o Palácio Salvo, quando foi construído era o edifício mais alto da América do Sul.

Para os apaixonados há a Fonte dos Cadeados (Av. 18 de Julio 1249).

Cordón

Em Cordón encontramos o antigo edifício da Faculdade de Direito da Universidade da República, a Faculdade de Bellas Artes e a Biblioteca Nacional, Rua Tristán Narvaja, para amantes da leitura, aos domingos tem a maior feira ao ar livre de Montevidéu.

Parque Rodó

Sede do parque mais popular de Montevidéu (Parque Rodó) e de grandes áreas verdes, lagos, pontes e praia (Praia Ramírez – ótimo para vê o pôr do sol). Bons restaurantes também são encontrados neste bairro.

Arquitetura chama atenção por conta da Faculdade de Engenharia da Universidade da República, o Museo Nacional de Artes Visuales e a sede do Mercosul, onde funciona o Cassino Parque Hotel.

Barrio Sur e bairro Palermo

Localizados entre a Ciudad Vieja e o Parque Rodó, limitando com a beira mar de Montevidéu. A arquitetura clássica e antiga das casas, somado com o passeio a beira mar (Rambla) são os motivos para visitar esses bairros.

Punta Carretas

Bairro residencial de Montevidéu e de comércios e serviços como o Punta Carretas Shopping (maior centro comercial de Montevidéu) e a Feira da Villa Biarritz as terças e sábados.

Pocitos

Pocitos (ao lado de Punta Carretas) é o bairro do momento, onde tudo acontece o tempo todo. O bairro dispõe de uma extensa praia e excelente estrutura a beira-mar (Rambla) onde se concentram a maioria das atividades de verão Os melhores e mais descolados restaurante e cafés estão por lá. No bairro Pocitos também encontramos aqueles famosos letreiros com o nome da cidade, o letreiro “Montevideo” fica na Rambla República del Peru, perto do Espaço Kibon. Lojas de roupa e acessórios, supermercados e pequenos armazéns são encontrados por lá.

Buceo

Buceo, começa na Rua Luis Alberto de Herrera até a Rua Mariscal Francisco Solano López (antiga Rua Comercio). Tem uma pequena baia onde funciona o tradicional Yacht Club Uruguayo. Entre as principais atrações do Buceo, está o mais antigo centro comercial da cidade Montevideo Shopping Center e o Museu Oceanográfico Dámaso Antonio Larrañaga sobre a Rambla República de Chile.

Málvin e Carrasco

O bairro Malvín além de possuir uma bela praia, há ótimas praças com balanços e jogos para crianças, em zonas com muitas árvores e afastadas da vida agitada de outras partes da cidade.

Carrasco é um bairro da elite uruguaiaCarrasco Lawn Tennis Club e o antigo Hotel Casino Carrasco (atual Hotel Sofitel Casino Carrasco) são atrações por lá.

Rambla: Adeptos de passeios ao ar livre, por do sol de tirar o fôlego tem destino certo, a Rambla (avenida costeira da cidade) garante o melhor visual para o fim de tarde. São 22km de extensão que cortam a cidade e várias praias (Ramírez, Pocitos, Buceo, Malvín e Carrasco). Desde 2010 integra o rol de Patrimônio da Humanidade, concedido pela UNESCO

Tres Cruces e Parque Batlle

Tres Cruces é um bairro que começa na Avenida Italia com monumentos (monumento a Rivera, a cruz em homenagem ao Papa Juan Pablo II e o Obelisco) e praças.

O bairro Parque Batlle é o bairro do Estadio Centenario, cenário do primeiro campeonato da Copa Mundial de Futebol em 1930, do Velódromo Municipal, Pista de Atletismo Darwin Piñeirúa, Parque de Los Aliados, Zoológico Municipal Villa Dolores e claro, Parque Batle com o monumento Carreta.

Aguada

Mercado Agrícola de Montevidéu, Palácio Legislativo, Palácio Da Luz são os pontos de interesse do bairro Aguada.

El Prado

Afastado dos bairros mais tradicionais, o bairro El Prado reserva muito verde e tranquilidade e cultura para seus visitantes: Jardim Botânico, Parque El Prado, Rosedal, Museu Nacional Belas Artes, Jardim Japonês.

Afastados do Centro de Montevidéu:

  • Zoológico Parque Lecocq (18,4 km do Centro de Montevidéu)
  • Bodeza Bouza (16,3 km do Centro de Montevidéu)

São atrações próximas, podem ser combinadas para o mesmo dia de passeio.

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É tempo de cerveja!!

Oiii, gentee!!!

Pelo que consta na história da humanidade, a cerveja brotou no mundo há pelo menos 6 mil anos, no que antes era a Suméria e hoje é o Iraque.

A produção da cerveja é até hoje desconhecida. Hoje sabemos que é perfeita harmonização entre água, malte, cereis e lúpulo. Indo a Europa e que conhecer mais dessa bebida? Separamos ótimos destinos com os melhores lugares que vão fazer você imergir no mundo da cevada!! 🍻🍻

Holanda

Em Amsterdam, encontramos a fábrica da conceituada e famosa cerveja Heineken, o museu Heineken Experience (Stadhouderskade 78, 1072 AE Amsterdam), como o próprio nome diz, é uma experiência (única) no mundo da cervejaria. Passeio pela fábrica, conhecendo os tipos de cerais, sabendo um pouco mais da história da marca e finalizando com degustações de cervejas (beber direito da torneira é uma das experiências que te esperam por lá).

Além da famosa marca de cerveja da garrafa verde, Amsterdam apresenta outros rótulos de cerveja e cervejarias (a Holanda conta com mais de 400 cervejarias!!!) como a “Snab Pale Ale” que pode ser apreciada no melhor café/bar da cidade para apreciadores de cerveja local, o Arendsnest, em português “Ninho de Águia” ( Herengracht 90, 1015 BS Amsterdam), o bar apresenta nada mais e nada menos que 100 cervejas locais.

Ainda na capital holandesa, que tal visitar uma microcervejaria ao lado de um moinho (ícone da Holanda!!)? É essa a proposta da cervejaria Brouwerij ‘t IJ (Funenkade 7, 1018 AL Amsterdam), criada em 1985 com a missão de elaborar cervejas com produtos totalmente orgânicos.

Aumentando o percurso pela Holanda, em direção a cidade de Berkel-Enschot (122km de Amsterdam), podemos visitar o Koningshoeven Abbey (Eindhovenseweg 3, 5056 RP Berkel-Enschot), fábrica da famosa cerveja trapista La Trappe produzida pelos monges trapistas.

Bélgica

É na pequena cidade em estilo medieval de Bruges onde encontramos os museus de cerveja Bruges Beer Experience (Breidelstraat 3, 8000 Brugge) e a Cervejaria De Halve Maan (Walplein 26, 8000 Brugge), parada obrigatória para os apreciadores.

E os bares, qual visitar?? É dica que vocês querem?! É dica que vocês vão ter. 2be ( 2be, bvba Dubbel, Wollestraat 53, 8000 Brugge); Staminee De Garre (De Garre 1, 8000 Brugge); Duvelorium (Markt 1, 8000 Brugge); Café Vlissinghe (Blekersstraat 2, 8000 Brugge) e o Bauhaus (Langestraat 133-137, 8000 Brugge) – aqui temos excelente bar dentro de um hostel, com degustações diárias de cervejas.

Outra pequena e charmosa cidades da Bélgica para incluir no roteiro cervejeiro é a cidade de Poperingue, sede da Abadia de Saint Sixtus (Donkerstraat 12, 8640 Vleteren) produtora de cerveja trapista Westvleteren Brewery (ótimo para fazer um comparativo com a La Trappe holandesa) e lendária Westvleteren 12.

A capital Bruxelas não fica de fora do roteiro por apresentar um dos mais completos Museu da Cerveja, o Belgian Brewers (1000, Grand Place 10, 1000 Bruxelles) e o conceituado Delirium Café (Impasse de la Fidélité 4, 1000 Bruxelles) apresentando os melhores rótulos (mais de três mil!) de cerveja do mundo. Inclusive está no Guinness Book – Livro dos Recordes como “A maioria das variedades de cerveja disponíveis em 2.004 no Delirium Café, em Bruxelas, na Bélgica. Quando contado em 9 de janeiro de 2004 “. Imperdível!!

Alemanha

O destino mais conhecido e visitado pelos amantes de cerveja, é a cidade de Munique . A bebida mais consumida e admirada no mundo tem “seu mês” de comemoração em Setembro (ok, sabemos que “Oktober” é Outubro em Alemão, mas o que podemos fazer se mudaram as datas?! ¯\_(ツ)_/¯ ), começa na última quinzena de Setembro e vai até o primeiro final de semana de Outubro a festa mais popular do líquido mais apreciado, a Oktoberfest (Thereisienwiese Park). Tudo que é amarelo é cerveja por lá. O liquido de ouro! São mais de 6 milhões de visitantes (e mais de 7 milhões de litros de cerveja) durante os dias do evento em busca de apreciar e conhecer o maior festival cervejeiro do mundo!!

Por sinal, as datas para 2018 já foram divulgadas, entre os dias 22 de Setembro a 07 de Outubro!! Programe-se e não perca esse festival!! 

Dinamarca

Na capital Copenhague, o Museu da Carlsberg (Gamle Carlsberg Vej 11, 1799 Valby) apresenta a maior coleção de garrafas de cerveja do mundo, história da cerveja, degustações de cerveja da Jacobsen Brewery, aulas sobre os ingredientes e o todo processo de fabricação de cerveja.

República Tcheca

Rumo ao Leste Europeu, mais precisamente na República Tcheca, na cidade de Plzen, sim o nome da cidade é o nome do estilo mais popular de cerveja, a Pilsen!! Deparamos com a fábrica Pilsner Urquell Brewery (U Prazdroje, 301 00 Plzeň 3-Východní Předměstí). Na capital Praga, uma visita indicada é na cervejaria U Flekú (Křemencova 11, 110 00 Nové Město) é da mais tradicionais e famosas da cidade. Há o Museu da Cerveja de Praga (Smetanovo nábř. 205/22, 110 00 Staré Město), com espaço subterrâneo para degustação da bebida. Para quem procura uma experiência singular, nada como o Beer Spa Bernard (Týn 644/10, 110 00 Staré Město), um Spa onde todos os tratamentos utilizam cerveja, além de produzirem a própria cerveja Bernard. Excêntrico interessante? Vá, experimente e nos conte!!

Pilsner Urquell Brewery

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Konavoski Dvori National Restaurant o melhor da comida croata.

Oii, genteee!!!

Além de visitarmos museus, parques, praças, teatros, centro histórico e mercados, ainda sim falta alguma coisa para a experiência ser completa em uma viagem. Degustar a culinária local!! Saborear os melhores em mais famosos pratos da região torna a viagem ainda melhor, afinal, comer e uma das melhores “atividades” do mundo. Pela comida conhecemos um pouco mais da história local, saber seu modo de preparo, suas tradições é uma aula de história saborosa e convidativa.

Quando há a soma “melhor comida da região + paisagem perfeita”, o resultado só pode ser inesquecível, tanto para o paladar como para os olhos. É o caso do restaurante croata Konavoski Dvori National Restaurant, na cidade de Ljuta, Croácia, a 34km da famosa Dubrovnik.

No Konavoski Dvori National Restaurant o cardápio é formado por pratos tradicionais de todas as regiões croatas. O aroma do presunto de alta qualidade pode ser sentido, bem como o queijo, azeite, pão caseiro feito no dia, truta grelhada e cordeiro e vitela, devidamente assados são facilmente percebidos pelas dependências do restaurante quase 100% ao ar livre. O “prato chefe” da casa é o famoso e requisitado “Ispod sača” (carne assada em formas ovais de ferro – chamadas de sino, coberto de brasa. Simplesmente macio e DIVINO!!).

Logo que o hóspede chega é servido licores de cereja e nêspera, e a bebida tradicional dos Balcãs o destilado “Rakija”, tendo como acompanhamento frutas cristalizadas. Muitas são as opções no cardápio para os pratos de entrada, principal e sobremesa. Massa caseira de camarão com trufas e o “Štrukli” (tradicional comida croata, é feito com queijo cottage no forno) são algumas das opções de entrada. Para os pratos principais tem o citado “Ispod Sača” e Ragu de carne com polenta, Rakija de infusão de ervas é uma boa opção para acompanhar os pratos principais. As sobremesas são dentre as muitas opções apresentadas há frutas da estação acompanhadas de creme, bolos e sorvetes. Vinhos da região são ofertados na casa, bem como refrigerantes, sucos e água.

A complexidade e cuidado na hora do preparo dos pratos requer do hóspede (assim é chamado o cliente no restaurante) uma reserva prévia, garantindo um serviço ímpar da entrada a sobremesa. Contando com educados, atenciosos e alegres garçons vestidos com trajes tradicionais da Croácia.

A espera pelos pratos que vão ser servidos são muito bem compensados. O hóspede tem todo tempo para apreciar a natureza muito presente. O Konavoski Dvori National Restaurant está localizado na região Konavle (Sul da Croácia), em volta de montanhas e terras férteis, à beira de um riacho, o Ljuta que tem um lindo moinho de água como adorno. Uma área devidamente protegida pela UNESCO como patrimônio histórico e natural.

O lugar é convidativo a comida esplendorosa o que mais poderia faltar em um lugar tão privilegiado e vip?! Siim, pessoas “Vips” ou celebridades, a probabilidade de encontrar algum artista é enorme, o restaurante já foi frequentado por estrelas do cinema, esporte, moda e príncipes. Tenista Novak Djokovic, o músico Bono Vox (U2), Pep Guardiola, estilista Valentino, a atriz Eva Longoria, o ator Owen Wilson, cineaste Francis Ford Coppola e os príncipes japoneses Akishino, são algumas das ilustres presenças vip no Konavoski Dvori National Restaurant.

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